terça-feira, 14 de abril de 2020

Das manias e dos pseudo-ecologistas

Toda a gente fala da poluição que os aviões produzem. As férias são poluentes. Uns tentam fazer com que outros se sintam mal por fazerem férias. Muitas vezes é mais por inveja do que por causa do ambiente. E também é engraçado ver como estas pessoas muito preocupadas com o ambiente consomem bananas, abacates, ananás, mariscos… como se não fosse tudo importado, como se fosse tudo produzido no quintal de casa.
Mas antes de chegarmos tão longe, antes de chegarmos a coisas grandes como um tanque de querosene, podemos ser ecológicas em coisas pequenas...

Deixem de ser choninhas e parem de pedir etiquetas para tudo e mais alguma coisa. Para vossa informação: ter ou não etiqueta prioritária e exactamente a mesma coisa. As malas são separadas por máquinas que simplesmente lêem códigos de barras. Se têm etiqueta amarela ou roxa às pintas é igual a nada.

Parem de usar etiqueta de publicidade da companhia aérea. Pode-se usar qualquer etiqueta com identificação. Não precisa ser da companhia aérea do dia. O que se recomenda é que arranjem uma etiqueta durável (eu recomendo sempre as de aço). Preenchem os dados e prendem à mala. Não precisam de andar sempre a mudar. Podem comprar, mas por vezes as próprias companhias oferecem essas etiquetas mais resistentes, é só perguntar. Ou ainda mais simples (e na minha opinião, prático e seguro), usem a etiqueta que vem embutida na mala. O risco de se perder a informação é mesno de mínimo.

As malas não se constipam! Parem de inventar casaquinhos para elas!
Há para aí uma moda (creio que é chinesice) de colocar uma capa colorida sobre a mala. Amigos! vejam o inconveniente: a capa suja-se; a capa estraga-se; a capa perde-se (não a companhia aérea não assume responsabilidade por essa perda). Na realidade, a capa protege pouco a mala em relação à sujidade e à água, ou seja, em pouco tempo também a mala se suja.
Mas há questões mais sérias que envolvem a capinha toda fofinha. A porcaria da capa tapa muitas vezes as etiquetas. Assim, não se admirem se a mala não chegar ao destino. Além disso, o raio da capa prende-se nas bandas. Sem falar no atraso que isso provoca, por vezes destroem-se malas e bandas por causa dessa estupidez. Por isso, não se admirem que a mala chegue ao destino como se tivesse estado na guerra. Além disso, a tendência é colocar capas com motivos todos fofinhos e queridinhos… oh por favor!!! anda tudo com o complexo de Peter Pan?!?!

O papel celofane--- Ah, o papel celofane!
Não é que seja completamente contra ele. Mas será preciso gastar um rolo de papel celofane numa mala de mão? Nas lojas, eles colocam o papel celofane nas quantidades necessárias e de modo a que não saia (e bloqueie as bandas). Assim, por favor, se fazem mesmo muito questão ou vão para países "duvidosos", vão a uma loja fazer o serviço de forma correcta. Mas, por favor, só embrulhem a mala depois de terem a certeza que não excede o peso, que têm as pilhas e baterias na mala de mão, etc. e tal, porque se não tiverem… vão ter que cortar o embrulho todo e lá vai mais plástico à vida.
E outra coisa, tal como a capa, o plástico não protege a mala. Por isso, se é só para proteger a malinha fofinha… não o façam!

Ah. E o papel celofane evita que se roube. Claro… e o Pai Natal joga bridge com o Coelhinho da Páscoa, o Homem das Neves e o Monstro do Lockness.
Se eles quiserem roubar, eles roubam e o plástico rasgado é justificado como "inspecção de segurança".

Os únicos contextos em que o plástico não me mete confusão é: a mala está estragada e o passageiro prefere levá-la assim e depois comprar uma nova quando chegar a casa. Ou se formos para certos países duvidosos e não quisermos que nos metam cosias na mala. Como o plástico (colocado nas lojas) é impossível de substituir, ninguém vai dizer que um quilo de droga foi metido na mala durante uma inspecção...

Por fim, se querem um talão de embarque em papel e querem fazer alterações (mudar o lugar, colocar o número de viajante frequente ou sei lá o que mais), por amor de todos os anjinhos, peçam isso antes de o agente de check-in imprimir. É a coisa mais chata e menos ecológica que eu faço no check-in, só porque as pessoas não pedem tudo como deve ser….



quinta-feira, 9 de abril de 2020

Bex - Junho de 2019

Comecemos pelo nome. Primeiro a minha pessoa e quem me acompanhou na viagem andavam a dizer "BeX", mas esquecemos que é francês, logo é "Bé". Depois, há Bex, Vex, Mex e mais umas quantas terras terminadas em "ex" naquela zona. Originalidade duvidosa… :p
Agora o que interessa… Bex tem umas minas de sal. Mas, como em tudo na Suíça, há toda uma história por trás que faz com que uma coisa banal como sal tenha direito a meia hora de explicação. :)
Na Suíça há as minas de sal do Jura que ficam, isso!, no maciço do Jura com um ponto de extracção ali para os lados de Basel. Depois temos o sal de extraído em Bex. Na realidade é tudo sal dos suíço e alpino, mas sabem como é... as denominações de região e os AOCs e os não sei o quê… e acabam por dar denominar este como Sal dos Alpes.
O sal do Jura faz uma extracção massificada se compararmos com a do sal dos Alpes. E até há poucos anos o sal dos Alpes não podia ser vendido fora do cantão Wallis (Vallais). Depois de umas quantas voltas, a autorização para ser vendido fora do cantão surgiu e a produção foi aumentada. Não tem a dimensão das minas do Sal do Jura, mas o pessoal de Bex não deixa de estar orgulhoso. Eu achei giro, foi um dia diferente, aprendi umas coisas e provei uma água que escorria de uma parede da mina que era mais salgada que sei lá o quê e que só de pensar ainda me enjoa.

Entrada a pé para um intricado labirinto criado pela mão de mineiros desde 1684. (Bem também tenho a indicação de 1554, não sei bem...)

       


Se eu já achei o comboio de transporte de mineiros uma coisa minúscula (não cabem duas pessoas sentadas lado a lado), imagino a sensação claustrofóbica daquele elevador… é demais!
Aquela luz verde é da sala de festas. Sim, eles têm lá nas entranhas da montanha uma sala para conferências e eventos que as pessoas podem reservar. Aquelas estalactites fininhas são sal.

As lanternas eram a forma de saber se havia acumulação de gases perigosos nas galerias. Quando a chama dos candeeiros ficasse azul era para fugir. Também tinham a técnica dos pássaros. Se os bichos desmaiassem também queria dizer que era para dar de "frosques".
Na imagem do lado vemos alguns dos utilitários dos mineiros do antigamente. Sim, aqui e além as galerias alargam e era nessas áreas que eles mudavam de roupa ou comiam.

Aqueles troncos não estão roídos do caruncho. São os canos de transporte de água que era levada para a zona da evaporação.

A água que eu andei a provar escorreu desta parede. A pedra tem aquela cor, mas a água é completamente transparente. 

Antes da aventura da mina fomos almoçar. O ambiente é... entre o kitsch e a obsessão por gatos... um pouco... estranho... no mínimo. :D :D 

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Humor helvético

As restrições que esta Pandemia nos impôs fizeram com que eu não pise o passeio em frente ao meu prédio há quase três semanas.
Tenho tentado manter a minha mente ocupada. Estar enclausurado é uma porra. Estar enclausurada porque tenho uma doença crónica e isso me põe num grupo de risco… é uma porra maior. Se soubessem como é frustrante não estar doente, mas estar em casa…
então, como estava a dizer, tento manter-me ocupada. Já fiz a limpezas de Primavera. Já vi a Casa de Papel toda (eu arranjei uma conta lá na plataforma e tudo). Ler. Internet. Trabalhos manuais. Arrumar as pastas do computador. E isso fez-me encontrar fotos que eu acho que não estão por aqui...
Uma delas foi de uns cartoons que descobri num passeio ao Sul da Suíça, mais precisamente nos jardins do castelo de Saint Maurice, no cantão Wallis (cantão bilingue, francês e alemão, por isso uns nomes numa língua e outros noutra).

Algumas precisam de um pouco de contexto cultural. Mas prova que os suíços também têm humor.

Afinal… se calhar… :D 
No cantão Wallis (Vallais em francês) há umas cabras muito engraçadas embora eu ache a ovelhas do Vallais a coisa mais fofa deste mundo. 



Raclette que se prese tem batatas e picles. :)

Passo Simplon, Goms e Bagnes, todas no cantão Vallais.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Carona virus

Eu não sei o que se passa na empresa em que trabalho. Tenho dias em que me pergunto como é que ainda não houve uma tragédia ou como é que ainda não perdemos clientes ou sei lá o quê.
Os empregados bons estão a sair como ratos a abandonar um navio que se está a afundar. E desta vez eu consigo compreendê-los e a imagem que usei não é para ser vista como algo negativo. Cada um por si, porque ninguém os apoia.

Isso faz com que uns sejam sobrecarregados, que entre gente aos molhos todos os meses… mas… depois… só entra merda. Sim, não há palavra mais clara do que esta para catalogar os espécimes que temos recebido.

Nos perdidos e achados não tem entrado muita gente, é mais no check-in. Eu tinha andado ausente, enfiada nas catacumbas (os perdidos e achados não têm luz natural) e não tinha noção do que se passava fora da Caverna. Mas agora que me soltei das amarras vi que as sombras são afinal… sombras muito escuras...

Em coisa de duas semanas aconteceu de tudo, ouvi de tudo e só aguento porque adoro o que faço e no fim do mês já vou de férias!!!

Tirando facto de haver muita canalha nova (idade) a pensar que sabe mais do que eu, tirando o facto de haver muita besta nova (ainda no tempo de prova) a tentar ensinar-me o trabalho (oh otários, não é porque não me vêm muito no check-in, que eu não sei o que faço), eu não suporto o facto de eles serem tão ignorantes e não mostrarem o mínimo de interesse por… nada… nenhum tema...

Aqui ficam algumas pérolas:

Passageiro chega a perguntar como é no dia seguinte já que estão a pensar fazer greve nas torres de controlo ou não sei o quê em França, resposta do gajo:
-ah nós não sabemos se a greve nos afecta ou não. Vocês tem que vir amanhã e ver. 
[Esclarecimento: pelo menos um dia antes nós sabemos se os nosso aviões vão ser afectados por greves ou não; se soubermos, o passageiro é informado e recebe uma alteração da viagem o mais adequada à situação (à parte: eu tinha dito que ele não prestava). Se eu não me tivesse metido no caminho o pobre homem tinha tido um ataque cardíaco!]

O passageiro deve ter perguntado se havia dificuldades para fazer o transbordo em Amesterdão (é uma pergunta recorrente, devido ao curto tempo que há entre aterragem e embarque). Resposta da analfabeta:
- Não se preocupe. Amesterdão é um aeroporto pequeno. 
Explicação: a técnica é dizer aos passageiros que se devem encaminhar o mais rapidamente possível para a nova porta de embarque. Principalmente se o tempo de transbordo for inferior a uma hora. Além disso, Amesterdão NÃO é pequeno! Antes pelo contrário é dos maiores da Europa.

Ontem foi a gota de água no check-in...
Os novos têm que ter uns dias de acompanhamento. Há dois ou três dias estive com um miúdo (18anos) e ele ouviu-me, perguntou-me e ainda me agradeceu o facto de ele lhe ter dado umas dicas extra, retiradas de umas notas que eu fiz quando comecei a trabalhar lá. No fim, rematei como remato sempre: qualquer dúvida, pergunta, pergunta, pergunta.
Já ontem tive uma estúpida que… pensa que é a última bolacha do pacote.
Além de não ouvir o que eu lhe disse e fazer o que lhe apetecia, quando eu lhe disse que perguntasse sempre que precisasse, ela rematou com a resposta: - Eu não pergunto, porque nunca mais aprendo. O meu pensamento foi só um "boa sorte com tanta arrogância".

No entanto, ela cometeu um crime de lesa-majestade comigo… Teve a ousadia de dizer que Português era igual a Espanhol. E depois de eu negar,  ela decidiu insistir  e insistir e dizer "quando se estuda a língua sabe-se que são quase iguais". Eu inspirei muuuuuuuito fundo para a resposta não me sair aos gritos e disse-lhe:
-Eu sei, eu trabalho num check-in, mas a minha formação é Linguística e Literatura Portuguesas! Ela ainda tentou insisitir (oh céus!), e eu disse-lhe que se calasse porque não queria discutir. O monte de esterco quis provar que era melhor e começou a dar palpites sobre como eu poderia dar aulas em vez de estar no aeroporto e já querer voltar ao seu conhecimento exímio de português diz-me que também tinha sido professora. Foi a minha deixa para acabar com a conversa parva: - Então o que fazes aqui a trabalhar? E o raio da russa calou-se finalmente.

Mas a cereja do bolo destas últimas semana é dos perdidos e achados. Um gajo que entrou há dias, andou à batatada sei lá onde. A polícia levou-o para a choldra, um dia ou dois para arrefecer as ideias. A empresa tem tentado contactá-lo. Sem sucesso. Fala-se em despedimento sem aviso. É que, quanto mais não seja, não se pode ter cadastro para trabalhar no aeroporto…

E pronto… é com isto que tenho que conviver… :/

* Na infância sempre ouvi falar do "avião do Carona". Acho que é daquelas piadas, que vão passando de geração em geração, relacionadas com uma família da terra (os Caronas são aos montes lá na aldeia). E deu-me para fazer esta associação de ideias contemporâneas, privadas, antigas, públicas num título parvo como tudo… :D :D

Poetisa

O blog anda parado, quase morto. Tenho que ver que coisas publiquei no último ano e se tenho ainda alguma coisa para partilhar…
Até lá partilho este doodle de ontem, em homenagem a Else Lasker-Schüler.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Mais maior grande...


Este país “estranho” 😊 em que vivo tem particularidades como ser o único onde se tem 4 línguas oficiais ou ter um referendo “a cada quinze dias”. Mas também tem outras particularidades que nem sempre aparecem nos guias turísticos. Há tempos numa revista que recebo em casa vinham elencadas várias curiosidades sobre este país de que eu tanto gosto.

A garrafa maor, a perca (peixe) maior, o restaurante mais alto, a maior coleccção de tabuletas “por favor, não incomodar”, o mais velho… o mais pequeno… o…

Ficam aqui alguns exemplos, os que me agradaram mais…



- O “Smallest Whiskey Bar on Earth” em Santa Maria (cantão Graubünden) tem 8,53 metros quadrados e oferece uma mais de 300 whiskeys de todo o mundo. (este ainda o hei-de visitar 😊)

- A manufactura de relógios mais antiga do mundo é de Genebra. O metre relojoeiro Jean-Marc Vacheron criou a sua empresa em 1755 e é a mais antiga em laboração continua.

- Vacheron Constantin tem um relógio sob a referência 57260 que é o relógio de bolso mais complicado do mundo. Um cliente muito rico encomendou essa obra prima de 6milhões de francos! O relógio tem 57 mecanismos cujo desenvolvimento durou oito anos. Esses mecanismos têm que ser “corrigidos/acertados” manualmente a cada 1027 anos… 😊

- Nessa coisa das modas dos vegetarianos os suíços, que gostam bem das suas salsichas e das suas carnes secas (huuuum), já deram cartas há mais de um século. O “Hitl” foi criado em Zurique em 1897 como “Lar de vegetarianos e café de abstinência”. Na altura os vegetarianos eram chamados de “comedores de erva” e o local era o “o bunker das raízes”.

- Também há recordes tristes. O Matterhorn (a montanha triangular que aparece numa certa marca de chocolate) detém um desses recordes. Desde a sua primeira escalada em 14 de Julho de 1865 já morreram 500 montanhistas (mais do que o Evareste).

- Os valores da reciclagem também são recordes: 96% do vidro, 90% das latas de alumínio, 82% das garrafas PET, 81% do papel ou 68% das pilhas são valores para se invejar.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

da Áustria

O Google é um brincalhão. Umas vezes o .PT aparece-me em alemão. Outras vezes o .CH aparece-me em português. Nos últimos tempos, independentemente do servidor que uso, acabo sempre a receber a primeira pesquisa em alemão. O que é uma treta pois muitas vezes sai tudo ao lado. :D :D
Hoje o .PT apresenta-me isto, mas depois vi que apresenta isto porque estou na área de .CH.

Seja como for… aqui fica o doodle a prestar homenagens a uma austríaca interessante: a primeira mulher  avender o Prémio Nobel da Paz: Bertha von Suttner.




domingo, 8 de dezembro de 2019

Dicionário, por favor

Estávamos a falar do significado de um nome próprio. Lá para o meio aparece "sóbrio". E eis que surge a seguinte conversa: - sóbrio? Que quer dizer isso? Apanhada desprevenida (pois nunca me passou pela cabeça que a pessoa não sabia o significado de "sóbrio"), lá fui atirando palavras e frases… - Sóbrio é assim... sóbrio é assado... sóbrio é um pouco mais sisudo do que tu és. (ele é um bocadiiiiinho para o "tcharaaan") - Sisudo? Mas que raio de palavras estás tu a usar?!?! Aí foi o meu bloqueio total… lá fui eu para a internet arranjar-lhe uma definição de sóbrio e nem sequer tentei explicar sisudo. Está visto que a estupidez é contagiosa. E começo a dar razão a um amigo que diz que ter poucos amigos é sinal de inteligência. 🤦‍♀️🤦‍♀️

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Este ano deram-nos música





Estas de cima eram de Seegraben, aqui na quinta perto de casa. As de baixo são de Jona. É mais longe, mas a meia hora de viagem vale sempre a pena. :)



A tocadora de djambé e o Ludwig van Beethoven são uma novidade. Já o Elvis… esse tinha-o visto há uns anos na outra quinta com o tema dos Reis. :)

domingo, 20 de outubro de 2019

Wahlen

Hoje é dia de eleições(federais) por aqui. Eu não fui votar porque não posso, mas fui de passeio por um sítio onde não tinha ido e ver algo muito típico. Enquanto carrego e não carrego as fotos para o computador (sempre a mesma sina). aqui fica o doodle do dia no .ch.


segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Areias apocalípticas II

Se no evil, hear no evil, speak no evil 
Helena Bargert e Roman Shuruokin (Holanda e Rússia)
to be(e) a hero for one day 
Ludo Roders e Bartosz Chylewki (Holanda e Polónia)

A farewell to arms 
Andrey Kokorin e Nikolay Kokorin (Rússia)

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Ruslan Arslanbaev e Evgenii Tarnopolskii (Rússia)

Metamorphose - das natürliche Überleben 
(Metamorfose, a sobrevivência natural)
feito pelos deficientes de uma associação da cidade de Romanshorn

Este ano estavam muito estragadas, mas vale sempre a pena passar uma tarde diferente à beira lago. :)

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Areias apocalípticas...

Mais um ano… mais areia… Este ano atendi um dos artistas no Lost and Found. Quando comecei a ler o endereço onde devíamos entregar a mala… tomei a liberdade de perguntar se tinham as ferramentas lá dentro. E... claro que sim. Não consegui uma entrega express, mas pelo menos não ficou esquecida durante uma semana num canto qualquer.
Achei interessante as estátuas se relacionaram todas com o "fim" da Humanidade. 



grin and bear it, Charlote Koster e Eeva Karhu, Holanda/Finlândia (1.º prémio)


Memories about last 100% Organic Hero, Maija Puncule e Farlis Iie, Letónia 

Looking deep inside yourself… Who are you?, Irina Allmurzaeva e Aleksandr Skarednov, Rússia

Where are you, Future?, Sanita Ravina, Iva Savenkov, Letónia/Rússia (2.º prémio)


- Need a hand?                                                                                                                                      
- To become heroes in the world of tomorrow we need to act now, Wilfred Stijger, Edith vem the Wetering, Holanda (3.º prémio)