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sábado, 15 de dezembro de 2018

Ferro

E aqui estão as últimas peças da exposição. Muito riquinha em arte, mas também em coisas muito estranhas. Deixei as opções metálicas para o fim, só para poder colocar no fim de tudo duas peças específicas…


O serra juntas, perdão, o Bluetoo, do suíço Marc Moser.


 Tetraeder e Kubik III do alemão Werner Bitzigeio. O segundo é super estranho… esta coisa é semelhante a uma que estava neste mesmo sítio na edição anterior. 

Knoten (nó) da alemã Martina Lauinger. 
Der Faden der Adriadne (o fio de Ariadne) do alemão Till Augustin. 


Infinito e Bliss, do albanês/italiano Helidon Xhixha (lê-se Jija, aprendi há uma semana).

Estas duas ficaram para o fim por vários motivos. Adorei aquele brilho todo. Sei lá que material é aquele que não se viam riscos na superfície. Mas estas duas peças enormes tinham um problemazito: aquecem tanto que havia avisos a dizer que o toque poderia provocar queimaduras. Sim, aqueles estavam sentados, mas o Sol tinha aparecido uns quinze minutos antes. 
Agora o que tornava as peças escaldantes era outra coisa: o preço! uma custa 1000000 euros e a outra 12000000 euros.
E prontossss… por aqui me fico. Não sou crítica de arte, não sou entendida em arte, mas claro que sei que funciona tudo como um lobby. Por isso houve esculturas com aspectos, nomes e preços estapafúrdios. E alguns eram tão parvos que optei por não perder mais tempo com a coisa… 

várias

A suíça Piroska fez a bela obra de livros colados a uma placa de gesso ou sei lá o quê.
O Ralph Wagner fez o Gelber VW Käfer (VW caroça amarelo).

 Isto é que é um calhamaço. Se os miúdos já não gostam de ler como seria se tivessem que pagar 30000 euros como pela obra da alemã Anna Kubach-Wilmsen. :D
Acho este Continuo, do italiano Silvio Santini uma peça bastante elegante, mas… 165000 euros é muito para a minha bolsa.

A Susi Kramer já foi mencionada na publicação "floresta". Aqui é um cubo de acrílico com o nome de Die Welt ist bunt (o mundo é colorido), com um preço sob consulta. Mas as outras colunas custam entre 11500 francos e 19000 francos, e são umas estacas… imagina-se o preço desta caixota.
 Não é uma foto de uma escultura. É do casino. Como nos livros de antigamente: o hotel para a família toda, a estância termal para a senhora com os seus achaques e o casino para os maridos entediados. O toque de novidade é mesmo o campo de golf. :D

 Outra coisa rara, este BeSitzer dos suíços maboart bohren & magoni. Trocadilho de palavras com Besitzer (proprietário) e Sitzer (lugares [para sentar]).

 A Carin Grudda também está mencionada na outra publicação. Não sei o que será um Römische Sumse.
O cubo pendurado num dos lagos do green de golf… sei lá… mais obras de arte que eu não atinjo! :p

A suíça Anna Schmid fez a sua Open house em vermelho.
A alemã Angelika Brackrock fez o seu Gelege (ninho) em azul.

Passadeira vermelha de tamanho quase infinito que acaba numa… casota vazia… (nem comento!).

Pessoas

Nesta publicação coloco figuras humanas ou pelo menos  humanóides.

 Estes dois… pois… coiso e tal… não encontro nem autores nem nomes… Nem sei se são da edição deste ano. :p

eine art verwandlung (um tipo de transformação) é interessante ver que o suíço optou por escrever os substantivos com minúsculas (em alemão são sempre com maiúsculas). No entanto, só mesmo isso é que é interessante. Acho esta coisas a entrar na secção do mamarracho!!! 



São duas coisas muito estranhas. Não gosto nada destes Geule casseée, (estas são duas de pelo menos oito com o mesmo nome) do francês Claude Giorgi.
Já os gigantes de madeira do alemão Josef Lang têm a sua piada. O da esquerda chama-se Black e o da direita é o Grünmann (homem verde).
    
Christian Bolt, suíço, fez uma Agora (ágora).
Eu gosto do comboio da alemã Christel Lechner. E por incrível que pareça a sua Polonaise "só" custa 210000 euros. Eu não tenho um jardim onde enfiar tanto boneco. Se não… marchava já!




Het Immernimmer é obra do holandês Gertjan Evenhuis. Presumo que tenha significado nalguma língua, mas eu não encontrei tradução. Assim, chamo-lhe a vida de Pi
A segunda foto acaba por ter uma certa relação, água… azul piscina (só para quem sabe o que significa Pi), mas acho que também não pertence à trienal.

Caio, Publio, Decio, Lentuco, lavina, aventina, Eona, Gellia, Statilia. Estátuas em diferentes tipos de pedra, esculpidas pelo alemão Gil Topaz. Coloquei as duas para poder mostrar também edifício por trás que pertence à estância termal de Bad Ragaz. E repare-se no detalhe dos caracóis a trepar paredes… :)

 Esta nem sei bem… não percebi se pertencia à exposição ou não. Mas posso garantir que o cágado é verdadeiro porque o vi mexer-se. :)

 Percebe-se muito bem que estas estátuas pertencem ao mesmo autor, o dinamarquês Keld Moseholm. O de cima chama-se Transformation e o aqui de baixo Is this a step forward.



A austríaca Helga Vockenhuber fez um Ohne Titel (sem título) e La Nuova Eva. 

floresta

Algumas das obras não são árvores, mas… estão viradas para o céu… :D :D

Pius Morger é suíço e criou a sua nuvem de som (Klangwolke). Tendo em conta que é uma coisa interactiva (caminhando pelo meio daquelas verguinhas ouvem-se como que uns assobios) até é bem baratinha: 75000 francos.
Carin Gruda tem origens alemãs e italianas. A sua Pfahlkreis (roda de estacas) tem detalhes engraçados, alguns deles apresentados nas fotos em baixo.



 A Susi Kramer fez a sua Stelen (colunas) em acrílico. Girinha a obra de arte, mas acho que a usaria para criar uma pérgola.
Os casulos também já existiam na edição anterior, simplesmente estavam noutros sítios em outras posições. Estes aqui lembram os ninhos das vespas asiáticas… obra do alemão/suíço Roger Rigorth.


Three Of A Kind do alemão/holandês Ewerdt Hilgemann, a mim parecem-me pacotes tetra pak amassados… :D
Doline I e Doline II, não sei qual é qual, além disso também não percebo se isso terá alguma coisa ver com a palavra dolina. A alemã Ingrid Hartlieb lá deve saber distinguir, porque aquilo até tem dois preços diferentes...

O Highlight é da alemã Heidi Gerullis. Aquilo bem alinhado dava uma boa cerca. Mas 10000 euros… não sei se valerá a pena!
Aquelas pinhas são feitas de bocados de tijolo. Como se chama… não sei, mas são obra do polaco/alemão Seiner Seliger.
Vertikale Schwingung (vibração vertical) do alemão Thomas Röthel custa uns belos 32000 euros.

 Esta não é árvore, nem está orientada para lado nenhum. Mas como parece um abrigo de observação de pássaros… acho que se adequa ao post floresta. DenkRaum (assim mesmo, com o a maiúscula lá pelo meio, Denk = associado pensar, pensamento, Raum = quarto,compartimento…)



Günther Schmidt-Klör fez a Blau Stele (coluna azul). Mas não pertence à exposição oficial.
Heinz Mack, Silber-Stele (coluna de prata) tem cerca de 80000 pequenos mosaicos e custa 520000 de euros!