Ontem fui ao cinema. Pela primeira vez fui ver um filme nesta terra!!! Há semanas que via o cartaz no cinema à frente do qual passo todos os dias, mas não lhe ligava muito. Quando peguei na revista é que me apercebei que The way he looks é o longa com o nome Hoje quero voltar sozinho feito a partir da curta Eu não quero voltar sozinho. E quando vi que estava em Ov (abreviatura para Original Version, que é versão original...) nem hesitei!
Ao ir àquele cinema percebi umas quantas coisas de logística. Mas isso fica para outro momento. O que eu quero mesmo contar é o que se passou com uns brasileiros!
Como comprei o bilhete às últimas, acabei por ficar no lugar quatro da fila 2 (cada fila só tem seis lugar, a sala só tem sete filas!). Entrei e deixei-me estar a apreciar o momento da minha estreia! Logo a seguir, uma mulher pede-me para passar para o lugar 6 da minha fila. Pelo sotaque percebi que era de terras de Vera Cruz. Levantei-me para a deixar passar e não disse nada. Antes disso, ela já tinha feito a figura triste de bater contra o banco do lugar 6, pois não se tinha apercebido que não havia corredor, mas sim uma parede.... (e, sim, as luzes ainda estavam acesas!).
Pouco depois uma mulher jovem loura acompanhada por outra com traços orientais sentaram-se no lugar 5 e 6 da fila 1.
Por fim, chegam dois homens brasileiros, amigos da outra que já estava sentada. Sentam-se no lugar 3 e 4 da fila 1. Entre o três comentam que a mulher tinha comprado bem os bilhetes, que a tal loura e a tal oriental é que estavam mal sentadas, mas que não iam dizer nada. Quando a brasileira disse, que juro que comprei estes lugares aqui (5 e 6 da fila 1, 6 da fila 2) e eu vi que havia ali um lugar vazio entre nós a duas, pensei para comigo: não terão sido esses os números, mas na fila 2 e 3?!?
Um dos bichonas (eram gays ao mais alto nível) começou a gozar por estarem rodeados de mulheres e o outro começou a criticar as mulheres do lugar 5 e 6. Ah. Que é que vocês querem? Uma é loura, a outra é japonesa. Eu estive para intervir e dizer: não acha que isso é preconceito?!?!? Mas... sinceramente! Estava demasiado excitada com o facto de estar no cinema) para me chatear com eles.
No entanto, não precisei de muito tempo para os ver morder a língua. Chegam as pessoas do lugar 3 e 4 da fila 1. Reclamam os lugares a que têm direito. As bichonas tentam reclamar com as mulheres ao lado delas. Resultado: meu pensamento estava correcto e aqueles três palhaço estavam todos mal sentados. A gaja saltou para a fila 3 e as bichonas para o meu lado, na fila 2.
A sério!!! É triste estar a gozar com a loura e com a japonesa (sabe-se lá se a mulher algum dia foi ao Oriente!) como se isso fosse sinónimo de burrice e no final quem era analfabeto eram mesmo aqueles três!!!
Belle & Sebastian, There's too much love
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domingo, 24 de agosto de 2014
sábado, 10 de agosto de 2013
Cinecartaz
Andava eu a ver se podia ir ao cinema este fim-de-semana (não vou, o filme já não está em exibição) quando aprendi mais uma coisa da Suíça. Nesta terra de doidos saudáveis, nem o cinema funciona da mesma maneira em todo o lado. Há filmes a serem lançados na parte francesa numa data, na italiana noutra e na alemã noutra...
Quem morar perto de fronteiras de língua até pode ganhar com a coisa e ver um filme mais cedo. Agora eu... terei que me contentar em esperar que Before Midnight saia em dvd...
Quem morar perto de fronteiras de língua até pode ganhar com a coisa e ver um filme mais cedo. Agora eu... terei que me contentar em esperar que Before Midnight saia em dvd...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Coq au vin
Mais um filme alemão. Claro que tem o senhor Till, o dos olhos bonitos. Mas a filha dele (Emma Schweiger) é muito melhor actriz do que o pai e faz com que Kokowääh (coq au vin dito por uma criança de 8 anos, e não digo mais que estrago possíveis surpresas) seja delicioso. É uma comédia, mas que pode ser vista com olhos de ver e, apesar de não ser essa a intenção, pergunta-se por lá o que é um pai.
Além disso, o senhor de Freiburg im Breisgau tem uma coisa que eu adoro nos filmes dele: as bandas sonoras. São ligeiras, numa onda pop, não são criadas por um músico de renome, mas muito adequadas a cada cena do filme. Esta eu não conhecida, mas ficou no ouvido... estilo verme de ouvido (Ohrwurm).
White Apple Tree, Snowflakes
Além disso, o senhor de Freiburg im Breisgau tem uma coisa que eu adoro nos filmes dele: as bandas sonoras. São ligeiras, numa onda pop, não são criadas por um músico de renome, mas muito adequadas a cada cena do filme. Esta eu não conhecida, mas ficou no ouvido... estilo verme de ouvido (Ohrwurm).
White Apple Tree, Snowflakes
domingo, 12 de setembro de 2010
A minha bola retrocede, todos os dias
Um homem disse: "Eu prefiro ter sorte do que ser bom" viu profundamente a vida. As pessoas têm medo de encarar que uma grande parte da vida está dependente da sorte. É assustador pensar que tanto está fora de uma e não tem qualquer controlo. Há momentos, num jogo, quando a bola atinge o topo da rede e por uma fração de segundo ela pode avançar ou retroceder. Com um pouco de sorte ele vai em frente e você ganha. Ou será que não e você perde.
Match Point, de Woody Allan.
Só porque estive a ver este filme (é lindoo!, mas o título é mais bonito em português) e não me lembrava de onde conhecia esta cara laroca...
Match Point, de Woody Allan.
Só porque estive a ver este filme (é lindoo!, mas o título é mais bonito em português) e não me lembrava de onde conhecia esta cara laroca...
domingo, 15 de agosto de 2010
Peter Pan, Robin Hood e Batman
Foram e continuam a ser os meus heróis da ficção. Se fosse analisado por um psicólogo...
Mas eu quero mesmo é ver o filme...
Mas eu quero mesmo é ver o filme...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Eu tenho muitos...
Ando há que tempos para ver se o raiio do filme sai em DVD... :S
Colocar o volume bem alto, para se ouvir a doçura do violoncelo.
Bons Sonhos!
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