Passageiro que viaja de Zurique para Florença com conexão em Paris. (seeeeem comentários!)
Passageiro: - Quanto tempo dura a viagem?
Eu: - Primeiro vôo 1h20m. Segundo vôo 1h40m.
Passageiro: - Ah! é muito!
Eu: - Sim. o senhor vai para cima e depois para baixo.
Passageiro: - Ah, sim?!?!
Eu: - Sim!
E começo a explicar com as mãos no ar onde fica o Norte e o Sul nesta ligação patética.
Passageiro: - Ah! Não sabia.
WTF?!? Não sabias?!?! És burro como um calhau! Como é que se compra um bilhete sem se saber por onde se vai?!?!
quinta-feira, 30 de maio de 2019
segunda-feira, 27 de maio de 2019
A saúde das coisas
Eu estou quase a trepar pelas paredes. Fui operada à tiróide há uma semana e estou de baixa, ou seja, a dar em louca.
Como não estou incapacitada de caminhar, posso ir passear quantas vezes me der na telha. Não faço assim tanto porque: a) o tempo não tem estado assim tão convidativo (o melhor foi mesmo ontem e eu saí); b) as pessoas saudáveis estão a trabalhar e eu perdi a paciência de andar no 'fandolírio' sozinha…
No entanto, estes dias têm-me permitido adiantar uns trabalhos manuais, a leitura e pensar nas diferenças entre terras helvéticas e terras lusas. E a fazer-me ter a certeza que é aqui que quero ficar.
Comecemos pelo facto de se poder sair estando de baixa. Quando é que se mete na cabeça que o facto de não se poder trabalhar, não quer dizer que não se pode sair de casa?!?!? Eu tenho um corte fresco na garganta. Trabalho com pesos das malas e com passageiros o que me faz falar horas a fio. Assim, devido à minha profissão, não posso trabalhar durante um tempo (se trabalhasse em casa só com o computador… até quando estive internada o podia fazer. Mas como o corte é na garganta, posso sair de casa para apanhar ar. Para me movimentar e não desenvolver outras doenças como a depressão. É que uma pessoa com depressão é bem mais cara do que uma pessoa que está em casa três semanas (amanhã vou tentar fazer com que sejam só duas) e dá uns passeios pela vizinhança do que uma pessoa que entra em parafuso porque não pode sair ou, se for louco o suficiente para sair, andar a ver se alguém a vai denunciar ou se lhe aparece uma inspecção à frente.
Outro ponto tem a ver com todo o processo que começou em Janeiro e, se não houver alterações, terminará em 9 de Julho, a consulta do controlo pós-operatório (pós-operatório para alterações hormonais, porque o resto é amanhã mesmo). Se me der uma crise qualquer, pode ser que eu venha descrever os últimos meses. E mostrar que, siiiiiiim. nós pagamos o seguro de saúde, mas… ele funciona.
Como não estou incapacitada de caminhar, posso ir passear quantas vezes me der na telha. Não faço assim tanto porque: a) o tempo não tem estado assim tão convidativo (o melhor foi mesmo ontem e eu saí); b) as pessoas saudáveis estão a trabalhar e eu perdi a paciência de andar no 'fandolírio' sozinha…
No entanto, estes dias têm-me permitido adiantar uns trabalhos manuais, a leitura e pensar nas diferenças entre terras helvéticas e terras lusas. E a fazer-me ter a certeza que é aqui que quero ficar.
Comecemos pelo facto de se poder sair estando de baixa. Quando é que se mete na cabeça que o facto de não se poder trabalhar, não quer dizer que não se pode sair de casa?!?!? Eu tenho um corte fresco na garganta. Trabalho com pesos das malas e com passageiros o que me faz falar horas a fio. Assim, devido à minha profissão, não posso trabalhar durante um tempo (se trabalhasse em casa só com o computador… até quando estive internada o podia fazer. Mas como o corte é na garganta, posso sair de casa para apanhar ar. Para me movimentar e não desenvolver outras doenças como a depressão. É que uma pessoa com depressão é bem mais cara do que uma pessoa que está em casa três semanas (amanhã vou tentar fazer com que sejam só duas) e dá uns passeios pela vizinhança do que uma pessoa que entra em parafuso porque não pode sair ou, se for louco o suficiente para sair, andar a ver se alguém a vai denunciar ou se lhe aparece uma inspecção à frente.
Outro ponto tem a ver com todo o processo que começou em Janeiro e, se não houver alterações, terminará em 9 de Julho, a consulta do controlo pós-operatório (pós-operatório para alterações hormonais, porque o resto é amanhã mesmo). Se me der uma crise qualquer, pode ser que eu venha descrever os últimos meses. E mostrar que, siiiiiiim. nós pagamos o seguro de saúde, mas… ele funciona.
sábado, 13 de abril de 2019
The love is in the air on the way to Malè
Hoje apareceu um casal no check-in que me fez oooh... acreditar no amor.
A senhora com a papelada toda na mão diz-me o meu marido não sabe para onde vai. É surpresa.
Ela tinha o check-in feito eu só tive que confirmar no computador o que ela tinha em papel.
No meu francês macarrónico fui perguntando as coisas e dando informações sobre la derniere. Sim... eu falava de Malè dessa maneira. E ela ria-se como uma adolescente e dizia que sim e agradecia a minha colaboração. Na hora de pôr as etiquetas na mala, eu a esconder os nomes e ela pedir para ele se virar e tinham checkin feito até la derniere...
Oh pá!!! Foi tão bonito. 😍😍😍 espero mesmo que corra tudo bem com eles.
A senhora com a papelada toda na mão diz-me o meu marido não sabe para onde vai. É surpresa.
Ela tinha o check-in feito eu só tive que confirmar no computador o que ela tinha em papel.
No meu francês macarrónico fui perguntando as coisas e dando informações sobre la derniere. Sim... eu falava de Malè dessa maneira. E ela ria-se como uma adolescente e dizia que sim e agradecia a minha colaboração. Na hora de pôr as etiquetas na mala, eu a esconder os nomes e ela pedir para ele se virar e tinham checkin feito até la derniere...
Oh pá!!! Foi tão bonito. 😍😍😍 espero mesmo que corra tudo bem com eles.
Etiketten
auffallend,
Coisas de aeroporto,
Coisas giras
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
O cliente é mesmo da realeza
Ontem as minhas colegas não paravam de falar no actor não sei quantas de Bollywood. Elas ficaram admiradas por eu não saber era. Eu muito admirada por elas quase se suicidarem porque o homem resolveu não viajar ontem e não dizer se viajava hoje ou não.
Isso lembrou-me que ainda não tinha falado da minha história com uma princesa. Princesa mesmo, não é nenhuma alcunha!
Ora bem, comecemos pelo contexto...
Era uma Sexta-feira de tarde e todos os humanos queriam voar para casa no pássaro grande. Como muitos dos humanos já não viam a sua família há muito tempo, levavam muitos presentes. Isso fazia com que o pássaro gigante fosse carregado.
Para ser mais fácil, as fadas da terra arranjaram maneira de os humanos viajarem sem os presentes, mas estes chegarem, mesmo assim, ao seu destino.
Ou seja, aqui a Luísa, qual bruxa má!, foi de pessoa em pessoa analisar o bilhete e mandar fazer o check-in da bagagem de mão.
Duas moçoilas tinham duas malas de mão gigantes e tinham a tarifa mais baixa. Combinação fatal... são as primeiras a ir...
Uma argumentou que a mãe estava no hospital. Eh pá... Sexta ao fim da tarde, com uma amiga, para Paris... querem mesmo que acredite na história da mãe?!?
Enviei-as para a porta de embarque para fazer o check-in das malas. Entretanto um senhor muito simpático voluntariou-se para fazer o check-in da sua mala de mão. As meninas achavam que eu me ia esquecer delas e esconderam-se. Mas se eu não sou um duende, não deixo de ser um ser fantástico... e obriguei-as a vir fazer o check-in com um "eu não me esqueci de vocês".
Contrafeitas vieram e tiveram que me mostrar os talões de embarque. Quando recebi o primeiro a única coisa que me veio à cabeça foi "mas tu estás a gozar comigo?" e por muita sorte é que não abri a boca...
Oh pá! oh pá! oh pá!!! Quem é que tem como nome de família "Princesa de..."?!? Eu juro que pensei que era a gaja de sacanagem. Depois raciocinei e vi que não podia ser, aqui estava no bilhete electrónico no telemóvel.
Ela, depois de eu ver o nome ainda inventou mais umas patranhas sobre pagar para ter outro lugar e receber aquela zona e mais não sei o quê, mas para mim foi: vitória, vitória, acabou-se a história... pagas um bilhete barato, ficas com um mau lugar e és a primeira a fazer check-in da bagagem de mão. Se queres ser tratada como realeza, compra um bilhete melhor. Oh espera, não... vai no avião privado, que para mim tu vales tanto como eu (até temos o mesmo segundo nome e tudo).
Aqui usa-se "o cliente é rei" em vez da frase portugesa "o cliente tem sempre razão".
Isso lembrou-me que ainda não tinha falado da minha história com uma princesa. Princesa mesmo, não é nenhuma alcunha!
Ora bem, comecemos pelo contexto...
Era uma Sexta-feira de tarde e todos os humanos queriam voar para casa no pássaro grande. Como muitos dos humanos já não viam a sua família há muito tempo, levavam muitos presentes. Isso fazia com que o pássaro gigante fosse carregado.
Para ser mais fácil, as fadas da terra arranjaram maneira de os humanos viajarem sem os presentes, mas estes chegarem, mesmo assim, ao seu destino.
Ou seja, aqui a Luísa, qual bruxa má!, foi de pessoa em pessoa analisar o bilhete e mandar fazer o check-in da bagagem de mão.
Duas moçoilas tinham duas malas de mão gigantes e tinham a tarifa mais baixa. Combinação fatal... são as primeiras a ir...
Uma argumentou que a mãe estava no hospital. Eh pá... Sexta ao fim da tarde, com uma amiga, para Paris... querem mesmo que acredite na história da mãe?!?
Enviei-as para a porta de embarque para fazer o check-in das malas. Entretanto um senhor muito simpático voluntariou-se para fazer o check-in da sua mala de mão. As meninas achavam que eu me ia esquecer delas e esconderam-se. Mas se eu não sou um duende, não deixo de ser um ser fantástico... e obriguei-as a vir fazer o check-in com um "eu não me esqueci de vocês".
Contrafeitas vieram e tiveram que me mostrar os talões de embarque. Quando recebi o primeiro a única coisa que me veio à cabeça foi "mas tu estás a gozar comigo?" e por muita sorte é que não abri a boca...
Oh pá! oh pá! oh pá!!! Quem é que tem como nome de família "Princesa de..."?!? Eu juro que pensei que era a gaja de sacanagem. Depois raciocinei e vi que não podia ser, aqui estava no bilhete electrónico no telemóvel.
Ela, depois de eu ver o nome ainda inventou mais umas patranhas sobre pagar para ter outro lugar e receber aquela zona e mais não sei o quê, mas para mim foi: vitória, vitória, acabou-se a história... pagas um bilhete barato, ficas com um mau lugar e és a primeira a fazer check-in da bagagem de mão. Se queres ser tratada como realeza, compra um bilhete melhor. Oh espera, não... vai no avião privado, que para mim tu vales tanto como eu (até temos o mesmo segundo nome e tudo).
Aqui usa-se "o cliente é rei" em vez da frase portugesa "o cliente tem sempre razão".
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
as formas que arte tem
Luciano Xavier dos Santos é um artista de mão cheia. Faz umas maquetes de igrejas e catedrais góticas deliciosas que metem inveja a qualquer um. Descobri-o por acidente na internet depois de uma exposição ter terminado. Comentei o facto de ter perdido a oportunidade e pouco depois recebi uma resposta simpática a dizer que daí a quase um ano a exposição voltaria a Berna. Apontei num papel que guardei religiosamente… ver maquetes de catedrais góticas na catedral de Berna?!? Claro que não era para perder.
Meti-me no comboio e ala que se faz tarde. Tive muita sorte. O senhor estava lá e tive oportunidade de falar com ele sobre as peças, de lhe gabar a paciência enquanto ele ia explicando o processo de trabalho dele. Falámos do antigo e do moderno, falámos de como Brasília é interessante e ele explicou como o gótico influenciou a criação da Catedral de Brasília. E eu ainda fiquei a saber como se entra para lá (para quem não sabe, a entrada é por um túnel e não uma porta ao nível térreo).
Quando estava para deixar a catedral tive a oportunidade de apreciar um ensaio no órgão principal.
No adro havia uma mini exposição fragile de Marc Petit e HR Wüthrich.
E no fim de me afastar do espaço sacro intelectual :D fui às compras à minha loja favorita na cidade. É a única onde eu não me importo de ir quando se fala em apreciar/comprar roupa, é que eu adoro as rendas do romantic gothic. Claro que na deambulação até à loja foram aparecendo coisas… estranhas…
Meti-me no comboio e ala que se faz tarde. Tive muita sorte. O senhor estava lá e tive oportunidade de falar com ele sobre as peças, de lhe gabar a paciência enquanto ele ia explicando o processo de trabalho dele. Falámos do antigo e do moderno, falámos de como Brasília é interessante e ele explicou como o gótico influenciou a criação da Catedral de Brasília. E eu ainda fiquei a saber como se entra para lá (para quem não sabe, a entrada é por um túnel e não uma porta ao nível térreo).
Catedral de Amiens
Quando estava para deixar a catedral tive a oportunidade de apreciar um ensaio no órgão principal.
E no fim de me afastar do espaço sacro intelectual :D fui às compras à minha loja favorita na cidade. É a única onde eu não me importo de ir quando se fala em apreciar/comprar roupa, é que eu adoro as rendas do romantic gothic. Claro que na deambulação até à loja foram aparecendo coisas… estranhas…
O mais alto
Foi um passeio estranho. Primeiro o GPS levou-nos para perto do nosso destino, mas por um caminho que, chegados a certo ponto, não nos permitia ir de carro nem estacionar e seguir a pé…
Depois, o que se pensava que ia ser um dia bonito, foi um dia carregado de nevoeiro, que não permitiu ver muito bem a paisagem.
No entanto, esse nevoeiro acabou por evitar que eu tivesse um ataque cardíaco no elevador exterior mais alto da Europa. O Hammetschwand Lift foi criado em 1905. Os seu 118 metros de altura ligan Bürgenstock, na base, a Hammetschwand, no topo, a 1132 acima do nível do mar.
Bürgenstock tem umas quantas curiosidades que se podem adicionar à aventura de subir tanto metro numa caixa de vidro. É uma zona de hotéis exclusivos (o parque de estacionamento absurdamente caro é um dos indicativos ais básicos… :D ), foi e é visitada por pessoas famosas que querem sossego. E apesar de ser um exclave do cantão Lucerna, ainda não foi atacada pelos coreanos e os seus selfie sticks. Pelo contrário, o público alvo daquela zona é o mundo árabe, ao ponto de os preços e informações estarem em alemão, depois árabe e depois, e nem sempre, em inglês. Como o público alvo é diferente, o ambiente também é diferente. Não há amontoados de gente, não há gente aos gritos, não há sujidade no chão (santa paciência, mas os coreanos e os chineses são muito porcos!). Uma experiência bem agradável mesmo (e eu nem fui para o spa dos hotéis!)
Depois, o que se pensava que ia ser um dia bonito, foi um dia carregado de nevoeiro, que não permitiu ver muito bem a paisagem.
No entanto, esse nevoeiro acabou por evitar que eu tivesse um ataque cardíaco no elevador exterior mais alto da Europa. O Hammetschwand Lift foi criado em 1905. Os seu 118 metros de altura ligan Bürgenstock, na base, a Hammetschwand, no topo, a 1132 acima do nível do mar.
Bürgenstock tem umas quantas curiosidades que se podem adicionar à aventura de subir tanto metro numa caixa de vidro. É uma zona de hotéis exclusivos (o parque de estacionamento absurdamente caro é um dos indicativos ais básicos… :D ), foi e é visitada por pessoas famosas que querem sossego. E apesar de ser um exclave do cantão Lucerna, ainda não foi atacada pelos coreanos e os seus selfie sticks. Pelo contrário, o público alvo daquela zona é o mundo árabe, ao ponto de os preços e informações estarem em alemão, depois árabe e depois, e nem sempre, em inglês. Como o público alvo é diferente, o ambiente também é diferente. Não há amontoados de gente, não há gente aos gritos, não há sujidade no chão (santa paciência, mas os coreanos e os chineses são muito porcos!). Uma experiência bem agradável mesmo (e eu nem fui para o spa dos hotéis!)
Do complexo hoteleiro de Bürgenstock podemos ver a cúpula do elevador, mas é preciso fazer muito zoom para se perceber onde está.
Visto de baixo para cima e de cima para baixo. Aquele azul escuro lá ao fundo é a água do lago de Lucerna. Foi o máximo que me consegui debruçar sobre o abismo. Aquilo é tão estonteante que até um cão tremia de medo no elevador (coitadinho do bicho, tive imensa pena mesmo).
A plataforma fica no cantão Lucerna, o restaurante fica no meio cantão Nidwalden.
Quando a vi de frente, achei-a bem bonita. Quando vi o outro lado, muito macabra…
A capela é jeitosa para acasamentos. É tão pequena que assim não precisam convidar muita gente… e tem o luxo de a senhora Audrey Hepbrun ter casado aqui.
Detalhe do resort.
Detalhes da montanha.
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
Ballenberg, segunda visita
Já lá tinha ido, mas regressámos este ano ao museu a céu aberto. E, como sempre, coisas novas para apreciar.
Dois elementos pertencentes a uma exposição dedicada ao leite. As vacas, os sinos das vacas, os instrumentos para mungir a vaca, a palha… podia ver-se de tudo… tanto é tudo, que o prato tem… esterco de vaca!!!
A lata é do tempo em que a Milka era suíça. O chocolate em pó da Suchard é delicioso, mas ainda não me convencem com a vaca roxa…
Esta cena teve o seu quê de engraçado. Olhei para o boneco e achei-o feio, demasiado torto. Depois olhei para o sinal vermelho e pensei por que raio não tinham tirado o aviso de "tinta fresca" do banco. Segui para dentro da casa, para ver as pequenas esculturas de madeira. Só no fim de sair é que eu percebi o conceito todo… Mesmo muito porreiro. Eu é que sou uma lerda!!!!!!
Dois elementos pertencentes a uma exposição dedicada ao leite. As vacas, os sinos das vacas, os instrumentos para mungir a vaca, a palha… podia ver-se de tudo… tanto é tudo, que o prato tem… esterco de vaca!!!
A lata é do tempo em que a Milka era suíça. O chocolate em pó da Suchard é delicioso, mas ainda não me convencem com a vaca roxa…
Aqui vi a fazerem vidrados em louça.
Esta cena teve o seu quê de engraçado. Olhei para o boneco e achei-o feio, demasiado torto. Depois olhei para o sinal vermelho e pensei por que raio não tinham tirado o aviso de "tinta fresca" do banco. Segui para dentro da casa, para ver as pequenas esculturas de madeira. Só no fim de sair é que eu percebi o conceito todo… Mesmo muito porreiro. Eu é que sou uma lerda!!!!!!
Fabelwesen
Again and again… and again…
Eu não me canso de ir à quinta. Muito menos na época das abóboras. Não! Eu não me esqueci de ir lá (ás duas quintas). Não, não me esqueci de tirar fotos…
O tema do ano era criaturas míticas (Fabelwesen).
Eu identifiquei-os quase todos à primeira. Um criou dúvidas. Outro era-me completamente desconhecido, porque faz parte da vida dos suíços e não é tão marcante como a Heidi…
Jucker Farmhof, Seegraben
Bächlihof, Jona
Eu não me canso de ir à quinta. Muito menos na época das abóboras. Não! Eu não me esqueci de ir lá (ás duas quintas). Não, não me esqueci de tirar fotos…
O tema do ano era criaturas míticas (Fabelwesen).
Eu identifiquei-os quase todos à primeira. Um criou dúvidas. Outro era-me completamente desconhecido, porque faz parte da vida dos suíços e não é tão marcante como a Heidi…
Jucker Farmhof, Seegraben
Bächlihof, Jona
Aqui o mago dividiu as opiniões. Eu pensei no Merlin e perdi. Era o Gandalf!!
Já aqui este moço é que é mais complicado… Este é o Pumuckl e fez parte da infância dos alemães e suíços. Da série de um canal de televisão bávaro Meister Eder und sein Pumuckl (Mestre Eder e o seu Pumuckl). Pumuckl, ao que parece, é diminutivo de Nepomuk (Nepumoceno), um boneco traquina que é ajudado/educado pelo carpinteiro Eder.Saint-Ursanne
No dia da passeata pela terra do queijo e das estátuas de palha acabámos por passar por mais duas localidades suíças.
Saint-Ursanne é uma aldeia no cantão Jura. Tem o nome em homenagem ao Santo Ursicinus, um eremita da congregação de Einsideln.
Aquilo sim é uma aldeola (menos de 800 habitantes), mas é um charme completo e até parece que é famosa por um festival medieval. Tenho que ter atenção à coisa, pois já vi fotos de um dragão pendurado na ponte e seria coisa interessante de se ver ao vivo…
O santo Ursano é de origem irlandesa e supostamente os seus restos mortais estão em St. Ursanne. A sua santidade tem uma relação qualquer com um urso, mas não sei o que é que o urso foi buscar ao santo (o São Galo recebeu lenha, ao que parece).
Entrada para uma espécie de parque temático à volta de St. Ursanne. Tem uma capela minúscula, um oratório, a cripta e ainda as indicações para um percurso pedreste que mete santos à mistura. E a cripta em honra do santo. Cá para mim, o livro era demasiado secante que acabou por fazer o urso cair de sono… :D
Saint-Ursanne é uma aldeia no cantão Jura. Tem o nome em homenagem ao Santo Ursicinus, um eremita da congregação de Einsideln.
Aquilo sim é uma aldeola (menos de 800 habitantes), mas é um charme completo e até parece que é famosa por um festival medieval. Tenho que ter atenção à coisa, pois já vi fotos de um dragão pendurado na ponte e seria coisa interessante de se ver ao vivo…
O santo Ursano é de origem irlandesa e supostamente os seus restos mortais estão em St. Ursanne. A sua santidade tem uma relação qualquer com um urso, mas não sei o que é que o urso foi buscar ao santo (o São Galo recebeu lenha, ao que parece).
Entrada para uma espécie de parque temático à volta de St. Ursanne. Tem uma capela minúscula, um oratório, a cripta e ainda as indicações para um percurso pedreste que mete santos à mistura. E a cripta em honra do santo. Cá para mim, o livro era demasiado secante que acabou por fazer o urso cair de sono… :D
Subscrever:
Mensagens (Atom)















