sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Voar

Em alemão os verbos podem confundir-se com nomes, com plurais de nomes... Mas como eles, ao contrário dos anormais que resolveram passar os nomes próprios de tanta coisa em Português para nomes comuns, usam maiúscula para todos os substantivos. Aí torna-se um bocadinho mais simples. Mas não completamente, imaginemos que as coisas, por um motivo ou por outro estão escritas em garrafais...

Então, ao procurar a palavra FLIEGEN podemos encontrar vôo, voar, moscas, fugir... uma língua bué da fácil, não?!?!
Pois bem, tirando as moscas, o tema da exposição de abóboras em Seegraben, este ano, era nada mais nada menos do que Fliegen: Voar.


 
A minha mãe que tinha lá ido com uma amiga vinha confundida. Como é que os cogumelos se relacionavam com voar. A inocente!!! Como é que ela não pensou em cogumelos mágicos?!?

 
A águia mão precisa de esclarecimentos, não é mesmo?!?! A abóbora ao lado nem era das maiores tinha só à volta de 300 kg. Comparada com a campeã da Europa (mais de 1000km) é uma anã! 
 
 
Uma outra estátua que nem ela, nem eu, nem quem foi com ela ou comigo entendeu foi a do pianoforte. Eu ainda pensei, numa onda mais lírica, que tivesse a ver com o som do piano que nos faz voar. Nada a ver! Afinal tem mesmo a ver com questões de nomenclatura... Para nós aquilo é um piano de cauda. Para os falantes de alemão é qualquer coisa como "piano de asa"! (Klavier é o nome que eles usam para um piano sem serem específicos, para o de cuada usam simplesmente a palavra Flügel [asa]).
 
 
Do avião gostei de dois pormenores: ser um verdadeiro avião suíço e os aviadores... é o não é um pormenor de se lhe tirar o chapéu?!?! 


E pronto... mais uma daquele cantinho que eu não me farto de visitar...




quinta-feira, 6 de novembro de 2014

E paga-se uma aula para isto...

Quem pensa que me conhece acha que eu sou uma rebelde que vai contra todas as regras. Já lá vai o tempo em que era!!...
De há uns anos para cá a coisa mudou. Não, não me tornei conformista. Simplesmente percebi que há regras que não vale a pena, de todo, quebrar. Assim, só em contextos muito específicos é que, por exemplo, me vêem a desrespeitar regras de trânsito (onde não ponho ninguém em risco, isto é, a estrada está vazia, ou em sítios onde a sinalética simplesmente é ridículo... ai aquele STOP ao pé de minha casa!!...).

Ainda há umas semanas, resolvi ir até ao Porto. Nunca lá tinha estado com tempo e queria estar com uma colega. Fiquei de passar na Régua para a ir buscar e depois seguiríamos para a Invicta. Ela disse-me precisas de cerca de uma hora para chegar. Depois pensou melhor e disse para ti é preciso coisa de 1h15. Eu tenho o pé mais pesado. Pois, como ela me conhece, sabe que eu só arrisco onde sei que posso fazê-lo. Como a A24 era mundo novo para mim... ela sabia que eu não me iria esticar...

E é assim que eu sou. Tento poupar nas multas, evitar sustos e acidentes. E é com desespero que eu vejo a data de exame de condução a chegar e os meus conhecimentos de condução a andarem para trás.

Hoje aparece-me um gajo da escola de condução onde eu ando para uma simulação de exame de condução. O carro mal tinha começado a andar já eu tinha problemas.
Num cruzamento, estou eu a chegar e está um otário à minha direita que tem prioridade independentemente do sítio para onde vai, pois ele está pela direita.
Como não se mexe, chega um pela minha esquerda e a prioridade fica toda bloqueada pois:
- o da minha direita quer ir para  minha esquerda, mas fica bloqueado pelo da minha esquerda;
- eu quero ir em frente mas fico bloqueada pelo da minha direita;
- da minha esquerda quer ir para a minha direita, mas fica bloqueado por mim.

Se o otário da direita se tinha mexido, ele tinha passado, depois passava eu e depois o que chegou mais tarde iria ter tempo de passar sem esperar. Mas como aqui é uma cambada de nabos que só deveriam conduzir carroças...

Vira-se o tal do instrutor-simulador-de-examinador, ah aqui nós temos que fazer sinal com as mãos. Mas que raio?!?! Porquê? pensei eu.
O da minha esquerda mexeu-se, meteu-se a tralhão e passou à frente e a coisa arranjou-se. Mas aquilo ficou-me a bater na cabeça.... por que raio teria eu que fazer sinal? Se o da direita tinha sido competente não tínhamos ficado encravados.

Vamos andando e ele começa a dizer o que eu devo fazer ou não. Algumas coisas contrárias ao que a minha instrutora tinha dito antes!!!!!!!!! Mas a pergunta que começava a surgir na cabeça era: se ele é um simulador de examinador, quer dizer que o examinador não se cala no exame?!?!

Mas ele começa com picuinhices que eu não consigo compreender e ainda tenho a coisa de fazer sinal com a mão na cabeça. E ele manda-me parar para me explicar a regra, mas a regra eu até a sei, só não percebo cada vez menos quem é o nós por que raio é que nós temos que fazer sinal e mais não sei o quê.

Ah não podes pensar tanto, diz-me ele. Eu explico-te o problema depois. Mas que raio, como é que se pode passar à frente dos problemas até haver uma vaga para esclarecer?!?!? Mas continua-se a debater a coisa: ah porque tu não tens que fazer sinal com a mão. Então... nós não implica eu?!?!? Se nós temos que fazer sinal, eu não tenho que fazer sinal?!?? Resultado, eles é que têm que fazer sinal... Resultado... eu percebo melhor chinês falado por um japonês com dislexia e paralisia cerebral! 

Mas como se eu não estivesse enervada o suficiente, ele, por causa de uma merda que ninguéééééééém faz, vira-se e diz: tu és contra as regras! Foi a gota de água. Eu já tinha o carro parado para ouvir a explicação do que não tem explicação (ou é ou não é, porque regra de prioridade não é filosofia). Desliguei o motor e saltei fora do carro. Ah para onde vais. Eu? Eu vou a pé que já estou farta desta conversa.

Eu tenho dar o tudo por tudo para conduzir à maneira deles. Só sei que há dias a minha mãe me mandou um berro a perguntar o que estava eu a fazer... pois bem... eu estava a conduzir à suíço... E este otário que não me conhece de lado nenhum diz-me que eu sou contra as regras?!?! Que não respeito a lei?!?!

E além destas coisas lindas todas ainda remata com a bela pérola: a teoria é separada da prática. Pois... agora está explicado por que raio quem está pela direita perde prioridade, quem está pela esquerda provoca acidentes porque entra quando não tem prioridade, por que raio eu ia sendo atropelada por uma bicicleta que não parou num vermelho e eu a meter-me à passadeira não levei com o gajo por pouco.

Mas pronto... enquanto a minha instrutora primeiro me perguntava o que se tinha passado, mas depois já me dizia não estive lá, não penses tanto, um cromo, ao estacionar mesmo junto a nós, bate com o carro...

Pois, os suíços conduzem muito bem, rematei eu antes de virar costas...

domingo, 2 de novembro de 2014

A dor da injustiça

Há praticamente dois anos que tenho que tomar as injecções. Por vezes pergunto-me se serve de alguma coisa, já que novas crises têm aparecido, mas... como os efeitos secundários imediatos se estão a tornar cada vez mais fracos, tenho tolerado o facto de as injecções me condicionarem imeeeeeeeeenso as férias.
Só que hoje... hoje eu chorei de dor como não chorava há anos! Nunca em toda a minha vida eu tive uma dor tão má, tão forte, tão profunda como a que tive hoje ao injectar o interferão da semana. Há quase uma hora e porra da perna ainda me dói!!!

Já aqui desabafei antes sobre o momento de solidão e tristeza que é o tempo de me injectar. Mas hoje revoltei-me. E por mais incrível que pareça, não foi com a doença que me revoltei. Foi com as pessoas. Algumas pessoas com o passar do tempo parecem duvidar que eu tenha alguma doença. Como disse antes, não quero ser a coitadinha, mas acharem que eu inventei esta doença...

Pensam o quê? Que eu tenho prazer em ter as pernas todas roxas depois de cada injecção? Que eu adoro a sensação de ressaca com gripe (foi a melhor definição que encontrei para explicar o dia seguinte)?

Ou será que por eu não ter uma perna partida, um braço ao peito já não estou doente? Quantas doenças há que não se vêem?!?!?

Ou ainda, como eu decidi enfrentar a vida de frente e (tentar) não ir abaixo significa que não estou doente?!? Será que devia ter feito o que um colega meu me recomendou?!?! Será que eu deveria, como ele me disse, tentar sacar uma pensão, quando ainda sou capaz de pagar o meu sustento?

Há já um tempo que me sentia um bocado frustrada por me aperceber que as pessoas pensam que estou a fazer cena. Mas depois de uma dor destas... a raiva subiu cá acima...

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

BuuUuuUuuuUuuu!

Alguém foi simpático e reuniu todos os doodles do dia de hoje que estão a passar pelo menos no .ch, no .de, no .at só o .li é que é sempre o mesmo marasmo... :p
No .pt só tem o miúdo a fugir ao fantasma que por sua vez foge do cão... :D


 
Muitas travessuras para todos! :)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Dos exageros

A viver em Lisboa aconteceu-me de tudo, foram cabelos puxados, mamas apalpadas, rabos apertados, mesmo em plena luz do dia. Assédio não faltou, não me agradou, mas não deixei que me impossibilitasse de andar na rua...
Também houve as piadolas, os assobios, os piropos. Isso, na grande maioria das vezes, fazia-me sorrir e seguir em frente. Eram coisas saídas da boca para fora, sem ordinarices, nem no vocabulário, nem no tom. Lembro-me de uma vez ir a subir ali uma rua paralela à Av. de Roma, num bairro chique e dois homens que vinham no sentido inverso pararem a olhar meios babados para mim. Um dele diz: ai minha nossa senhora. Benza-a Deus! Oh pá... eu tive que correr para não me rir à gargalhada do comentário do senhor.

Apanhei ontem um vídeo no livro das caras deveras interessante. Num minuto e pouco tentava-se provar como centenas de homens assediaram uma mulher numa caminhada de cerca de 10 horas pelos diversos quarteirões de Nova Iorque.
Cheguei ao fim e senti-me enganada. Das duas uma, ou os americanos são ainda mais parvos do que eu pensava ou eu tenho uma noção de assédio bem diferente dos Amis.
Será que eu neste vídeo praticamente só vi gente que ladra mas não morde? Será que alguns destes ao receberem um resposta positiva aos seus convites iriam seguir mesmo em frente? Ou iam fugir com o rabo entre as pernas como numa cena de Sexo e Cidade? (é a Miranda que anda desesperada por sexo [às vezes aquelas personagens davam-me pena e nojo] e dá resposta a um homem das obras que lhe tira piropos há muito tempo ao que ele reage com um simples eu sou casado. E lá vai ela desconsolada para casa!)

Numa outra publicação no livro das caras, li uma notícia que eu demoreeeeeeeeeeeei a entender! Um canal de televisão pedi desculpas por o seu pivô ter estado a falar de um ataque de hooligans com uma camisa castanha. Eu não gosto de roupa castanha, mas daí a achar que precisa de um pedido de desculpas. Até que caiu a ficha!!! As camisas dos nazis eram castanhas! Siiiiiiiiiiiiiiiiim. Há gente que ao ver o telejornal prefere associar a cor da camisa de um jornalista aos nazis em vez de tentar compreender o comportamento dos hooligans. Cruzes... se essa gente sabe que eu acho os uniformes desenhos pelo senhor Hugo Boss uma obra de arte (tirando aqueles foles nas calças)... que é que me irão chamar?!?!? Eu sei separar a estética de um estilista (é dos meus favoritos ainda hoje, têm roupa que se pode vestir sem se parecer um espantalho!) de um chanfrado que resolveu matar toda  gente. Sei separar um jornalista do século XXI com camisa castanha de um época que há muito já não é a dele...

Bolas.... e era eu  exagerada!



sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Choco

Desde o início da semana que não paro de comer Mon Cherri. Ando cá uma lambona... Se não me ponho a pau rebento com o meu colesterol que estava dentro dos limites legais há coisa de duas semanas!

Agora andava a arrumar mais umas fotos no computador e encontrei uns grafitis. Resolvi colocar aqui três que estão soltos e que se relacionam em tudo com o meu estado de gula... :)

Ora bem, cartaz publicitário ao quiosque perto do ponto de encontro dos grafitters. Sim, é um grafiti dentro de um suporte publicitário.


Aqui é um stencil (acho que é assim que se chama) que fizeram há buééééééé na estação de comboio aqui ao pé de casa. Achei-os tão fofinhos. E além disso gostei de ver uma silhueta bem delineada, com pormenor (por isso fotografei a "mãe")



Como se relaciona comigo? Simples: chocolates (do quiosque ou outro sítio qualquer) em exagero (vezes três, por exemplo) podem levar a que eu fique gorda como um elefante. Relação de ideias genial, não?!?!? (Preciso de férias)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Do princípio da boa educação

Há dias estive na tugolândia e a minha Maria meteu-me numa enrascada. Como ela não podia ir, pediu-me que fosse representá-la numa exposição de trabalhos manuais. Ela há-de pagar com juros a seca que apanhei numa coisa onde eu nunca tinha posto os pés e onde não pretendo voltar.

Eu ia mais do que consciente que não ia vender nada. Os artigos são caros (materiais e horas de trabalho!) e a crise... essa desculpa serve para tudo até para gabar os trapos da minha Maria, mas seguirem em frente. Eu estava a dividir a barraca com alguém que tinha objectos utilitários e, por isso, teve mais sorte no negócio. Assim, na minha barraca havia sempre algum movimento.

No entanto, era eu a que mais tempo passava na barraca (eu já disse que a minha mãe mas paga?!?!) e, por isso, tinha mais tempo para apreciar as pessoas que por ali passavam.

PrimeiroS: as pessoas não estão deprimidas. Simplesmente estão preguiçosas para encontrar qualquer coisa de interessante. Passavam amorfas, sem vida nos olhos, mãos enfiadas nos bolsos, sem ânimo. Mas não é sem ânimo porque desanimaram. É sem ânimo porque se acomodaram a ser para baixo.

Ai  isso deixou-me deprimida! Se a minha vida é uma telenovela-mexicana-do-mais-reles-e-barata-possível e eu mesmo assim ainda me tento surpreender com algo todos os dias... por que raio não fazem o mesmo as outras pessoas? E se não querem animar, estão no seu direito. Mas ao menos que não saiam de casa para não desmotivar os outros!!!

SegundoSS. Onde é que anda a boa educação dos portugueses?!?!?!?
Eu, sentada ou em pé, na frente ou dentro da barraca, lá ia sorrindo às pessoas e dizendo boa tarde ou boa noite. Poucos, muito poucos, muitíssimo pouquíssimos me responderam. Alguns dos que não me responderam ainda tinham a coragem de olhar para mim como se eu tivesse um terceiro olho na testa.

Isso já me deixou transtornada!!!

TerceiroSSS: comentei com algumas pessoas o facto de achar que as pessoas estão mais carrancudas, que não respondem a um cumprimento muito simples. Sabem a resposta? Não digas nada. Hã?!?!? Eu sabia que não ia vender, mas... quem quer vender deve, no mínimo, fazer uma saudação a quem passa. Eu não vendia (mesmo sem esse objectivo) mas um cumprimento ainda não paga imposto...

Aí já fiquei... alucinada!!!

Agora compreendo um senhor na tabacaria junto ao Luanda aí há uns 10 anos... eu entrei e cumprimentei. Não me esquece, era manhã de Domingo de Ramos. Eu tinha ido comprar o jornal que era para ler no avião, pois daí a umas horas iria embarcar para vir de férias para a Suíça. Lembro-me que estava já algum calor e que eu estava com uma camisola de mangas cavas, de algodão canelado, azul, igual à que tenho vestida neste preciso momento (esta é vermelha). Recordo esse dia de forma tão clara por causa desse tal senhor. Depois de eu cumprimentar os presentes, o vendedor e o tal senhor, de cabelo grisalho, alto, com aura (aquelas pessoas com boa formação e de famílias endinheiradas, mas que são humildes), senti-me deveras desconfortável. O senhor da aura não parava de olhar para mim. Apercebendo-se do meu desconforto pediu-me desculpas e explicou-se. Desculpe estar a olhar para si desta forma, menina. Mas hoje em dia já ninguém cumprimenta.

Na altura ri-me (para dentro) do que ele disse. Achei um exagero, mas nunca esqueci a cara de espanto e as palavras dele. Caramba! O homem tinha razão. A diferença é que eu disse ao senhor, meio acabrunhada, ah eu costumo ser sempre assim e hoje dizem-me não digas também...  

sábado, 27 de setembro de 2014

Novembro de 2009

A grande tela para os grafitters, aqui na cidade, fica na parede de uma empresa de ferro armado.

De tanto em tanto tempo vão lá pintar aquilo e é um espetáculo digno de se ver.
Eu vou começar por publicar as fotos mais antigas, no caso de 2009. De todos os trabalhos, para mim este foi o melhor de sempre. Pois todo o mural era... uau!

Mas ao colocar as fotos da parede gigante, coloco também as fotos da casa onde eles se reúnem, ou guardam as coisa ou sei lá... Tenho para aí fotos antigas, feitas ainda pela minha mãe. É interessante ver como os anos passam e certas coisas não mudam!





 Aqui fica a sequência dos graffitis e fotografei o camião de propósito, para se ver a escala!

Detalhe da lua onde o ciborgue (?) está. Se não fossem os tijolos... quase que dava para acreditar que era uma foto!


Detalhes de assinaturas e agradecimentos.


E a tal barraca que também vai mudando de cor. Neste sítio não há problemas com infiltrações e bolores... à tinta que tem em cima, nem que chovesse todo o dia, todos os dias do ano...

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Jona

Há muito tempo que eu sabia que havia duas grandes exposições de abóboras na Suíça. Mas como Jona fica muito longe (noutro cantão, inclusivamente) acabo sempre por ver mais perto de casa.

Este ano proporcionou-se eu poder passar lá. Ainda quero ver se vou ver a exposição em Seegräben, mas até lá fica aqui o tema do Mar. :)

 Algumas estátuas estavam atrás de redes, por isso não ficaram muito bem fotografadas (ou era assim ou era com rede no meio).


O carro faz anúncio ao dia da pesagem de abóboras que será lá para Outubro. 
Esta é uma das casa aproveitadas para servir refeições, para mim serviu para fugir da chuva.
Eu acho que quem fez esta baleia devia ser daltónico... então não é que chama a isto de baleia azul e usam abóboras verdes?!?!?!
Duas fotos bem literárias... a Ariel e quase de certeza que é numa destas cabaças que  a velhota vai fugir ao lobo.. :D
O polvo da entrada era mais magrinho que isto...  



 
Esta gente para fazer dinheiro... agora arranjam-se umas coisas eu facilitam a nossa vida a construir as abóboras de Halloween. Pernas, braços, olhos, bocas fluorescentes, olhos arregalados... tudo para ajudar os menos hábeis... :D

 
A segunda abóbora não tem a cara artificial. Ao que parece, foi o melhor escultor de abóboras que as fez..

 
 A mais pequena da festa (que eu visse) e o carpinteiro desajeitado.
 
 
Acidentes de trabalho só acontecem a quem trabalha, quem não trabalha... leva um raspanete do patrão... :D


 Por fim, um cantinho do lago de Zurique, mas já no cantão St. Gallen. Foi a primeira a ser feita e mostra  o contraste de menos de duas horas: Sol radioso versus chuva torrencial e um céu bem cinzentão. Aquilo é que foi fugir da chuva... ninguém respeitava a proibição de circular com o carro, ninguém quis saber se tinha pago parque e já não o estava a usar...

A ver se tenho mais sorte na outra exposição que tem o tema Céu ou Vôo ou algo do género...

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A cor dos dias que supostamente seriam cinzentos

Pronto... o facto de eu ter ser despedida depois de me ter despedido é tãããããããão estranho que hoje no centro de emprego a mulher responsável pelo meu processo até a um advogado telefonou. Uma pequena nuance faz com que a grande vaca possa ter-me despedido, mas... who cares?!!? estou registada no centro de emprego, vou de férias no sábado, com autorização da  conselheira do centro de emprego e já não tenho que aturar aquela parvalhona que é tão superficial que resolveu operar os olhos porque não consegue colocar-lhe maquilhagem...

Adeus demónio! Espera pela minha resposta que, mesmo que tarde, há-de chegar!!!

Além disso tudo, o vagar permite-me andar pela cidade a deambular e a tirar fotos a grafitis. Uns que foram feitos há buéééééé, outros que estavam a ser feitos... há de tudo como na farmácia.

Hoje ficam só os que estão feitos em paredes perto do centro de emprego cá da cidade. Já que hoje foi dia de sessão com a conselheira, também é dia de sessão grafiteira por estas bandas... :D :p
(a primeira foto não é um grafiti, mas sim uma obra de arte que está numa parede há muito tempo. algum animal resolveu arrancar-lhe a faca... não é só nos outros países que se destroem coisas!)


Um Moby Dick muito à frente!

A isto se chama work in progress. Acho que devia fazer parte de um certame de grafitis que se passou cá na cidade há coisa de uma semana e pouco. A foto foi tirada a 9 de Setembro.

Este grafiti vê-se muito bem quando se vai no comboio. Foi feito na zona onde em tempos existiram grande fábricas de... siderurgia. Agora são lojas, escritórios, uma faculdade de arquitectura, apartamentos... Tudo forrado no dito tijolo burro, mas em vez de ser burro, é branco. Eu gosto muito deste grafiti: a contemporaneidade perpetua a história da cidade.

E esta foi feita hoje, onde se vê o trabalho final e se percebe a escala do mesmo, basta comparar com os carros.