Com os horários malucos não dá para fazer nada de jeito. Nem para apreciar as mudanças que acontecem na cidade de ano para ano.
Os graffitis são uma dessas mudanças que eu sei que acontecem mesmo, mas quase que me escapam..
Só que desta vez o carro avariou e como o mecânico fica ao lado… fiz questão de fotografar. Pela luminosidade das imagens dá para perceber que também já foi assim… há buééés… :D
segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
domingo, 16 de dezembro de 2018
Queijo de palha
Está uma camada de neve nada convidativa a sair então eu continuo a dedicar-me às estátuas… :D
Já passaram as de areia, as de uma trienal, agora chegamos à palha. É certo que não é matéria prima nova, mas o local sim.
Metemo-nos no carro e fomos até Bellelay, terra do queijo "cabeça de monge" (tête de moine). É um queijo de leite de vaca delicioso (bem, também qual não é?!?) e bem fofinho na apresentação. Não se corta às fatias, mas é ralado com uma geringonça especial e criam-se rosinhas de queijo muito engraçadas.
É um sítio bonito, isolado. Fica junto a um antigo convento, transformado agora em hospital psiquiátrico. Eu ia a pensar que ia ver a produção na queijaria. Afinal não. É só um museu e uma loja com alguns artigos regionais e tudo o que tenha a ver com a produção e consumo deste queijo.
Acabámos por seguir para outras paragens. Mas ainda deu para ver estas estátuas.
A igreja do mosteiro, agora transformada em espaço de exposição.
No chão, a obra de arte (No coments!) de Mirko Baselgia, com o belo nome de Pardis (Curzoin)
Já esta escultura… não sei quem a fez ou com que propósito. Mas tem piada, parece um álbum de amostras de janelas. Muito mais engraçado que aqueles gravetos no chão da igreja!
A fábula a propósito.
O cortador de queijo e o monge...
Também há cavalos na região. Assim, não é despropositado ver um ferrador.
Quanto à escultura do javali tem o nome de Belle Laie.
sábado, 15 de dezembro de 2018
Ferro
E aqui estão as últimas peças da exposição. Muito riquinha em arte, mas também em coisas muito estranhas. Deixei as opções metálicas para o fim, só para poder colocar no fim de tudo duas peças específicas…
Tetraeder e Kubik III do alemão Werner Bitzigeio. O segundo é super estranho… esta coisa é semelhante a uma que estava neste mesmo sítio na edição anterior.
O serra juntas, perdão, o Bluetoo, do suíço Marc Moser.
Knoten (nó) da alemã Martina Lauinger.
Der Faden der Adriadne (o fio de Ariadne) do alemão Till Augustin.
Infinito e Bliss, do albanês/italiano Helidon Xhixha (lê-se Jija, aprendi há uma semana).
Estas duas ficaram para o fim por vários motivos. Adorei aquele brilho todo. Sei lá que material é aquele que não se viam riscos na superfície. Mas estas duas peças enormes tinham um problemazito: aquecem tanto que havia avisos a dizer que o toque poderia provocar queimaduras. Sim, aqueles estavam sentados, mas o Sol tinha aparecido uns quinze minutos antes.
Agora o que tornava as peças escaldantes era outra coisa: o preço! uma custa 1000000 euros e a outra 12000000 euros.
E prontossss… por aqui me fico. Não sou crítica de arte, não sou entendida em arte, mas claro que sei que funciona tudo como um lobby. Por isso houve esculturas com aspectos, nomes e preços estapafúrdios. E alguns eram tão parvos que optei por não perder mais tempo com a coisa…
Etiketten
Bad Ragartz,
Coisas giras,
Deutschkurs,
Kunst
várias
A suíça Piroska fez a bela obra de livros colados a uma placa de gesso ou sei lá o quê.
O Ralph Wagner fez o Gelber VW Käfer (VW caroça amarelo).
Isto é que é um calhamaço. Se os miúdos já não gostam de ler como seria se tivessem que pagar 30000 euros como pela obra da alemã Anna Kubach-Wilmsen. :D
Acho este Continuo, do italiano Silvio Santini uma peça bastante elegante, mas… 165000 euros é muito para a minha bolsa.
Outra coisa rara, este BeSitzer dos suíços maboart bohren & magoni. Trocadilho de palavras com Besitzer (proprietário) e Sitzer (lugares [para sentar]).
A Carin Grudda também está mencionada na outra publicação. Não sei o que será um Römische Sumse.
O cubo pendurado num dos lagos do green de golf… sei lá… mais obras de arte que eu não atinjo! :p
Passadeira vermelha de tamanho quase infinito que acaba numa… casota vazia… (nem comento!).
O Ralph Wagner fez o Gelber VW Käfer (VW caroça amarelo).
Isto é que é um calhamaço. Se os miúdos já não gostam de ler como seria se tivessem que pagar 30000 euros como pela obra da alemã Anna Kubach-Wilmsen. :D
Acho este Continuo, do italiano Silvio Santini uma peça bastante elegante, mas… 165000 euros é muito para a minha bolsa.
A Susi Kramer já foi mencionada na publicação "floresta". Aqui é um cubo de acrílico com o nome de Die Welt ist bunt (o mundo é colorido), com um preço sob consulta. Mas as outras colunas custam entre 11500 francos e 19000 francos, e são umas estacas… imagina-se o preço desta caixota.
Não é uma foto de uma escultura. É do casino. Como nos livros de antigamente: o hotel para a família toda, a estância termal para a senhora com os seus achaques e o casino para os maridos entediados. O toque de novidade é mesmo o campo de golf. :D
A Carin Grudda também está mencionada na outra publicação. Não sei o que será um Römische Sumse.
O cubo pendurado num dos lagos do green de golf… sei lá… mais obras de arte que eu não atinjo! :p
A suíça Anna Schmid fez a sua Open house em vermelho.
A alemã Angelika Brackrock fez o seu Gelege (ninho) em azul.
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Pessoas
Nesta publicação coloco figuras humanas ou pelo menos humanóides.
Estes dois… pois… coiso e tal… não encontro nem autores nem nomes… Nem sei se são da edição deste ano. :p
Caio, Publio, Decio, Lentuco, lavina, aventina, Eona, Gellia, Statilia. Estátuas em diferentes tipos de pedra, esculpidas pelo alemão Gil Topaz. Coloquei as duas para poder mostrar também edifício por trás que pertence à estância termal de Bad Ragaz. E repare-se no detalhe dos caracóis a trepar paredes… :)
Esta nem sei bem… não percebi se pertencia à exposição ou não. Mas posso garantir que o cágado é verdadeiro porque o vi mexer-se. :)
Percebe-se muito bem que estas estátuas pertencem ao mesmo autor, o dinamarquês Keld Moseholm. O de cima chama-se Transformation e o aqui de baixo Is this a step forward.
Estes dois… pois… coiso e tal… não encontro nem autores nem nomes… Nem sei se são da edição deste ano. :p
eine art verwandlung (um tipo de transformação) é interessante ver que o suíço optou por escrever os substantivos com minúsculas (em alemão são sempre com maiúsculas). No entanto, só mesmo isso é que é interessante. Acho esta coisas a entrar na secção do mamarracho!!!
São duas coisas muito estranhas. Não gosto nada destes Geule casseée, (estas são duas de pelo menos oito com o mesmo nome) do francês Claude Giorgi.
Já os gigantes de madeira do alemão Josef Lang têm a sua piada. O da esquerda chama-se Black e o da direita é o Grünmann (homem verde).
Christian Bolt, suíço, fez uma Agora (ágora).
Eu gosto do comboio da alemã Christel Lechner. E por incrível que pareça a sua Polonaise "só" custa 210000 euros. Eu não tenho um jardim onde enfiar tanto boneco. Se não… marchava já!
Het Immernimmer é obra do holandês Gertjan Evenhuis. Presumo que tenha significado nalguma língua, mas eu não encontrei tradução. Assim, chamo-lhe a vida de Pi.
A segunda foto acaba por ter uma certa relação, água… azul piscina (só para quem sabe o que significa Pi), mas acho que também não pertence à trienal.
Esta nem sei bem… não percebi se pertencia à exposição ou não. Mas posso garantir que o cágado é verdadeiro porque o vi mexer-se. :)
Percebe-se muito bem que estas estátuas pertencem ao mesmo autor, o dinamarquês Keld Moseholm. O de cima chama-se Transformation e o aqui de baixo Is this a step forward.
A austríaca Helga Vockenhuber fez um Ohne Titel (sem título) e La Nuova Eva.
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