Mancher schreibt gleich zwei Bücher auf einmal: das erste und das letzte.
Alguns escrevem ao mesmo tempo dois livros: o primeiro e o último.
Mark Twain
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
De peso
Agora o remate desta odisseia aboborática.
Na exposição estiveram as três maiores abóboras da Suíça. Na foto falta a segunda maior, não sei se a teriam vendido ou se se estragou... e os valores são, de baixo para cima: 321,5kg, 377kg e 702kg...
Já imaginaram quanto doce de abóbora, filhós, compota para barrar o pão, doce para acompanhar o requeijão, sopa e afins se poderia fazer só com uma delas?!?!

Também poderia sevir para a avó fugir ao lobo*... rola, rola, cabaça, cabacinha... mas isso já são outras histórias...
*Não, não tem nada a ver com o Capuchinho Vermelho. É bem mais bonita e inteligente!
Na exposição estiveram as três maiores abóboras da Suíça. Na foto falta a segunda maior, não sei se a teriam vendido ou se se estragou... e os valores são, de baixo para cima: 321,5kg, 377kg e 702kg...
Já imaginaram quanto doce de abóbora, filhós, compota para barrar o pão, doce para acompanhar o requeijão, sopa e afins se poderia fazer só com uma delas?!?!
Também poderia sevir para a avó fugir ao lobo*... rola, rola, cabaça, cabacinha... mas isso já são outras histórias...
*Não, não tem nada a ver com o Capuchinho Vermelho. É bem mais bonita e inteligente!
De lamber os beiços
Como se diz na minha terra, eu até que nem sou mau diabo. No entanto quero tocar muitos burros ao mesmo tempo e acabo por protelar promessas que faço. Até hoje, nunca esqueci uma promessa e tenho-as cumprido mais ou menos em tempo razoável. Mas há duas antigas que... por milhentas razões foram passando, passando... e ainda não estão cumpridas. No fim deste post faltará só uma!
Mas antes vou contar uma coisa que se faz por aqui. O Halloween não é uma festa muito forte por aqui. Há algumas decorações, alguns artigos para vestir a rigor para alguma festa que possa surgir. Mas... não há trick or treat, nem muitas abóboras a escarnir de quem passa na rua. As abóboras servem para comer. Tal e qual como nós, os suíços fazem sopa, usam-na em molhos, em acompanhamentos de pratos e afins. Mas o que eles fazem e nós não... é demais!!
Arranjam uma abóbora bonita com um tamanho razoável. Tiram-lhe a "carapuça" e tiram-lhe o miolo todo. Com o miolo fazem sopa que depois metem dentro da casca da abóbora. Metem-lhe a tampa e oferem aos amigos. Os amigos ficam felizes da vida e comem todos do tupperware biológico. É ou não é engraçado?!? Mas já imaginaram certas pessoas a receberem tal presente?!?!
Agora... ao fim de dois anos (que vergonha!!), eu tenho algo para a Teresa. Peço desculpa pelo atraso mas... quando me devia lembrar (ou seja, em frente ao computador) nunca me lembrava. E com esta coisa das fotos das abóboras lembrei-me no momento certo e achei que havia um bom enquadramento!!!
Não tenho pesos nem medidas, porque a minha mãe faz a olho. Mas recomendo que se faça pouco da primeira vez, não vá correr mal e não gostarem. Assim não são obrigados a comer muito...
Ora bem:
faz-se um refogado com cebola e manteiga, mas sem deixar esturricar a cebola.
deita-se a abóbora aos cubos lá para dentro e deixa-se cozer. Quando der, esmaga-se a abóbora com uma colher de pau. Deita-se sal e pimenta q.b. e já está!
Notas da minha mãe: como há quem não tenha paciência para estar a mexer a abóbora ou quem não goste de encontrar os fios da abóbora, recomenda-se que se use a varinha mágica.
Por vezes, o creme pode ficar muito líquido, se assim for, junta-se um pouco de farinha a gosto.
Eu adoro este creme. Gosto de o comer simples ou com arroz branco, com a minha mãe ao lado: Não comes mais nada?!? Não, mãe, agora não como mais nada... :D
Mas antes vou contar uma coisa que se faz por aqui. O Halloween não é uma festa muito forte por aqui. Há algumas decorações, alguns artigos para vestir a rigor para alguma festa que possa surgir. Mas... não há trick or treat, nem muitas abóboras a escarnir de quem passa na rua. As abóboras servem para comer. Tal e qual como nós, os suíços fazem sopa, usam-na em molhos, em acompanhamentos de pratos e afins. Mas o que eles fazem e nós não... é demais!!
Arranjam uma abóbora bonita com um tamanho razoável. Tiram-lhe a "carapuça" e tiram-lhe o miolo todo. Com o miolo fazem sopa que depois metem dentro da casca da abóbora. Metem-lhe a tampa e oferem aos amigos. Os amigos ficam felizes da vida e comem todos do tupperware biológico. É ou não é engraçado?!? Mas já imaginaram certas pessoas a receberem tal presente?!?!
Agora... ao fim de dois anos (que vergonha!!), eu tenho algo para a Teresa. Peço desculpa pelo atraso mas... quando me devia lembrar (ou seja, em frente ao computador) nunca me lembrava. E com esta coisa das fotos das abóboras lembrei-me no momento certo e achei que havia um bom enquadramento!!!
Creme de abóbora que acompanha com o que se quiser, basta gostar...
Não tenho pesos nem medidas, porque a minha mãe faz a olho. Mas recomendo que se faça pouco da primeira vez, não vá correr mal e não gostarem. Assim não são obrigados a comer muito...
Ora bem:
faz-se um refogado com cebola e manteiga, mas sem deixar esturricar a cebola.
deita-se a abóbora aos cubos lá para dentro e deixa-se cozer. Quando der, esmaga-se a abóbora com uma colher de pau. Deita-se sal e pimenta q.b. e já está!
Notas da minha mãe: como há quem não tenha paciência para estar a mexer a abóbora ou quem não goste de encontrar os fios da abóbora, recomenda-se que se use a varinha mágica.
Por vezes, o creme pode ficar muito líquido, se assim for, junta-se um pouco de farinha a gosto.
Eu adoro este creme. Gosto de o comer simples ou com arroz branco, com a minha mãe ao lado: Não comes mais nada?!? Não, mãe, agora não como mais nada... :D
Ora abóboras!!
E também maçãs... e pêras... e outros produtos bio produzidos lá na quinta.
Eu gosto do carrinho de compras. Reparem no aro de ferro sobre o carro de mão, vê-se o sítio onde se pode colocar a moeda para retirar a corrente de segurança, tal e qual como nos supermercados. A diferença é que era numa quinta com uma vista linda!


Assim de repente, olhando para Kurbis Kasse (caixa de pagamento das abóboras, já que havia outras caixas), acreditam que não sei qual era o preço do quilograma?!?! :s
Eu gosto do carrinho de compras. Reparem no aro de ferro sobre o carro de mão, vê-se o sítio onde se pode colocar a moeda para retirar a corrente de segurança, tal e qual como nos supermercados. A diferença é que era numa quinta com uma vista linda!
Assim de repente, olhando para Kurbis Kasse (caixa de pagamento das abóboras, já que havia outras caixas), acreditam que não sei qual era o preço do quilograma?!?! :s
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Abóboras,
Coisas giras,
Deutschkurs,
Schweiz
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Acho que vou desistir
Hoje, estive o dia todo a limpar planta com uma navalha. Houve um momento me que suspirei ou qualquer coisa do género e a G. pensou que eu me tinha cortado. Eu disse-lhe que não, que, se assim fosse, já teria dito mil palavrões. Ela disse: Tantos? Conheces assim tantos palavrões?!? Como, por vezes, os suíços são um bocado lineares demais, disse-lhe que era uma forma de dizer. Que ela não devia ser tão literal. Ela disse que me tinha entendido, que estava a brincar comigo. Senti-me aliviada.
Mas não me sinto aliviada por o que se tem andado a passar com comentários meus noutros blogs. Vejo que há gente a ser linear demais ou rebuscada demais com as minhas palavras....
Vou usar incógnitas como na matemática e não vou fazer links que é para não me acusarem de querer armar barraco e já se percebe porquê.
O indivíduo A escreveu um post sobre os funcionários públicos no geral (desde o presiente de qualquer gabinete até ao coveiro) que me pareceu interessante e correcto.
O indivíduo B comentou e referiu que estava na casa dos trinta (estava contextualizado).
O indivíduo A respondeu ao B. Tudo na boa, muito civilizado.
O indivíduo C, sob capa do anonimato, perguntou se havia funcionários públicos no centro de emprego e atirou com a sua idade para lá, não sei bem para quê.
Eu (BURRA!!!) resolvi responder ao indivíduo C, dizendo que conhecia muitos funcionários públicos no centro de emprego e expliquei que não era funcionária pública nem tinha, sequer, 30 anos. Isto para não me acusarem de ser funcionária pública na casa dos trinta (não é que haja mal em alguma das coisas, mas não corresponde à verdade).
Depois aparece-me uma reposta que eu não sei se é do indivíduo C já identidificado ou se é de um indivíduo D. Aqui del rei que eu queria ser funcionária pública e que devia estudar mais para ser alguém na vida e mais não sei o quê.
Eu (BURRA!! BURRA!!) resolvi tentar explicar-me melhor, pois pensava que não estava a ser clara. E a mesma pessoa... "porque eu assim", "porque eu assado", tinha vergonha de ser quem sou e o raio...
Eu (BURRA!! BURRA!! BURRA!!) resolvi explicar uma vez mais. E não é que o mesmo indivíduo (no caso era uma mulher) disse exactamente o mesmo que eu disse, mas mantendo que eu estava em contradição e mais não sei o quê?!?!
Aí vi que já era demais e simplesmente não dei resposta.
No entanto, apareceu mais um/uma, vamos dizer o indivíduo E. Pegou em palavras que eu disse, na brincadeira, noutro contexto e fez crer que eu queria montar barraco na internet (eu tinha dito que adoro um bom barraco, nem que seja na internet). Claro que não quero. Se quisesse tal coisa, permitia que qualquer um comentasse neste estábulo e deixava que saísse disparate ao quadrado.
Juro... hoje fiquei triste. Adoro ir àquele blog. Aprende-se imenso por lá, dá para rir, para chorar... e hoje... sai-me uma que não percebe que 1+1=2 e outro/a que não tem mais nada que fazer do que destilar veneno e deturpar/descontextualizar as palavras dos outros... Bolas!! E penso eu que os suíços são lentos de compreensão!
Parecem os macacos no jardim zoológico: puxam as traças às meninas, tiram os gelados aos meninos, roubam os chapéus aos cavalheiros e fogem para dentro da aldeia dos macacos. Só que a estes eu perdoaria um disparate, a pessoas... nem por isso.
Acho que vou começar a ficar quietinha no meu canto, sem comentar, que é para não criar atritos, tanto para mim, como para os donos dos blogs que frequento...
Eu que tinha dito que ia para a cama... mas tinha que vir aqui desabafar... É que isto é triste!!
Mas não me sinto aliviada por o que se tem andado a passar com comentários meus noutros blogs. Vejo que há gente a ser linear demais ou rebuscada demais com as minhas palavras....
Vou usar incógnitas como na matemática e não vou fazer links que é para não me acusarem de querer armar barraco e já se percebe porquê.
O indivíduo A escreveu um post sobre os funcionários públicos no geral (desde o presiente de qualquer gabinete até ao coveiro) que me pareceu interessante e correcto.
O indivíduo B comentou e referiu que estava na casa dos trinta (estava contextualizado).
O indivíduo A respondeu ao B. Tudo na boa, muito civilizado.
O indivíduo C, sob capa do anonimato, perguntou se havia funcionários públicos no centro de emprego e atirou com a sua idade para lá, não sei bem para quê.
Eu (BURRA!!!) resolvi responder ao indivíduo C, dizendo que conhecia muitos funcionários públicos no centro de emprego e expliquei que não era funcionária pública nem tinha, sequer, 30 anos. Isto para não me acusarem de ser funcionária pública na casa dos trinta (não é que haja mal em alguma das coisas, mas não corresponde à verdade).
Depois aparece-me uma reposta que eu não sei se é do indivíduo C já identidificado ou se é de um indivíduo D. Aqui del rei que eu queria ser funcionária pública e que devia estudar mais para ser alguém na vida e mais não sei o quê.
Eu (BURRA!! BURRA!!) resolvi tentar explicar-me melhor, pois pensava que não estava a ser clara. E a mesma pessoa... "porque eu assim", "porque eu assado", tinha vergonha de ser quem sou e o raio...
Eu (BURRA!! BURRA!! BURRA!!) resolvi explicar uma vez mais. E não é que o mesmo indivíduo (no caso era uma mulher) disse exactamente o mesmo que eu disse, mas mantendo que eu estava em contradição e mais não sei o quê?!?!
Aí vi que já era demais e simplesmente não dei resposta.
No entanto, apareceu mais um/uma, vamos dizer o indivíduo E. Pegou em palavras que eu disse, na brincadeira, noutro contexto e fez crer que eu queria montar barraco na internet (eu tinha dito que adoro um bom barraco, nem que seja na internet). Claro que não quero. Se quisesse tal coisa, permitia que qualquer um comentasse neste estábulo e deixava que saísse disparate ao quadrado.
Juro... hoje fiquei triste. Adoro ir àquele blog. Aprende-se imenso por lá, dá para rir, para chorar... e hoje... sai-me uma que não percebe que 1+1=2 e outro/a que não tem mais nada que fazer do que destilar veneno e deturpar/descontextualizar as palavras dos outros... Bolas!! E penso eu que os suíços são lentos de compreensão!
Parecem os macacos no jardim zoológico: puxam as traças às meninas, tiram os gelados aos meninos, roubam os chapéus aos cavalheiros e fogem para dentro da aldeia dos macacos. Só que a estes eu perdoaria um disparate, a pessoas... nem por isso.
Acho que vou começar a ficar quietinha no meu canto, sem comentar, que é para não criar atritos, tanto para mim, como para os donos dos blogs que frequento...
Eu que tinha dito que ia para a cama... mas tinha que vir aqui desabafar... É que isto é triste!!
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O Vazio,
Oh brave new world...,
Tugal,
What the F***??
Abóbora
Além da exposição das estátuas havia mais coisas para ver e fazer.
Podíamos ver coelhos e brincar com cabras pequeninas. Podíamos comer vermicelles, uma espécie de esparguete de castanha, coisa comum por aqui, mas que não me atrai (não é doce o suficiente!), tarte de maçã, sopa cozinhada, ou pelo menos mantida quente, na brasa: primeira foto, onde se vê o filho do Guilherme Tell por trás...
Podíamos ainda comprar abóboras para fazer sopa ou para cortar para o Halloween que se avizinha (sabiam que eles têm ferramentas próprias para os putos fazerem essas coisas?!?). Ou simplesmente ver um artista trabalhar e esculpir uma abóbora à séria...
Como já é tardote e o despertador toca cedo, deixo só mais umas fotos das muitas abóboras para venda e continuo amanhã ou quando tiver tempo. São muito engraçadas as da última foto, mas, como diz no aviso: cuidado ao manusear, elas partem-se facilmente!




Podíamos ver coelhos e brincar com cabras pequeninas. Podíamos comer vermicelles, uma espécie de esparguete de castanha, coisa comum por aqui, mas que não me atrai (não é doce o suficiente!), tarte de maçã, sopa cozinhada, ou pelo menos mantida quente, na brasa: primeira foto, onde se vê o filho do Guilherme Tell por trás...
Podíamos ainda comprar abóboras para fazer sopa ou para cortar para o Halloween que se avizinha (sabiam que eles têm ferramentas próprias para os putos fazerem essas coisas?!?). Ou simplesmente ver um artista trabalhar e esculpir uma abóbora à séria...
Como já é tardote e o despertador toca cedo, deixo só mais umas fotos das muitas abóboras para venda e continuo amanhã ou quando tiver tempo. São muito engraçadas as da última foto, mas, como diz no aviso: cuidado ao manusear, elas partem-se facilmente!
Die Kürbisse
Não, não me enganei. No outro post o título está no singular, aqui está no plural!
E seguimos com mais coisas tipicamente suíças:
O Alphorn era o meio de comunicar nas montanhas. Apesar de Horn querer dizer corno, o instrumento é feito de madeira. É que a palavra tem mais significados... Hoje em dia já há telemóveis e eles só apresentam este objecto em momentos culturais e etnográficos. O som é forte, mas agradável de se ouvir (vá... na minha opinião!).
O Rütlischwur, ou juramento de Rütli. Rütli, segundo a lenda, foi onde se fez o juramento, em 1291, entre três senhores poderosos, "donos" dos três cantões fundadores da Suíça (Schwyz, Uri e Unterwalden). Estas mãos representam esse momento e esses senhores. Reparem ainda no pormenor da cruz helvética... [este é um dos pontos que tenho que aprofundar mais!!]
Depois temos o Schellenursli. Eu não sei o que é Schellen. Sei que Ursli é um diminutivo para Urs (sim, nome de homem; sim, lembra urso!). Um dia desses tenho que comprar o livro. Sei que é um livro para crianças e pelos desenhos ele corre muito com o badalo da vaca às costas (no caso, está à frente dele!).
A seguir vem a navalha do MacGyver. Sabiam que no museu da Victoria Inox podemos construir a nossa própria navalha? Podemos enfiar-lhe as tralhas que quisermos. Tem é que ser feita marcação com antecedência.
E, por fim, temos o senhor Wilhelm Tell, que é como quem diz: Guilherme Tell. Agora choquem-se, como eu me choquei: diz-se por aí que o Guilherme Tell é um personagem criado por um autor alemão. Juro que é verdade! Mas por favor... não digam isso aos suíços... ou eles têm uma coisa má! :D O filho do Guilherme Tell com a abóbora na cabeça, (eu sei, mas a exposição é de quê?!?!) vai aparecer noutra foto, noutro contexto. É que eu distraí-me e acabei por não fotografar o boneco de frente... :s



E seguimos com mais coisas tipicamente suíças:
O Alphorn era o meio de comunicar nas montanhas. Apesar de Horn querer dizer corno, o instrumento é feito de madeira. É que a palavra tem mais significados... Hoje em dia já há telemóveis e eles só apresentam este objecto em momentos culturais e etnográficos. O som é forte, mas agradável de se ouvir (vá... na minha opinião!).
O Rütlischwur, ou juramento de Rütli. Rütli, segundo a lenda, foi onde se fez o juramento, em 1291, entre três senhores poderosos, "donos" dos três cantões fundadores da Suíça (Schwyz, Uri e Unterwalden). Estas mãos representam esse momento e esses senhores. Reparem ainda no pormenor da cruz helvética... [este é um dos pontos que tenho que aprofundar mais!!]
Depois temos o Schellenursli. Eu não sei o que é Schellen. Sei que Ursli é um diminutivo para Urs (sim, nome de homem; sim, lembra urso!). Um dia desses tenho que comprar o livro. Sei que é um livro para crianças e pelos desenhos ele corre muito com o badalo da vaca às costas (no caso, está à frente dele!).
A seguir vem a navalha do MacGyver. Sabiam que no museu da Victoria Inox podemos construir a nossa própria navalha? Podemos enfiar-lhe as tralhas que quisermos. Tem é que ser feita marcação com antecedência.
E, por fim, temos o senhor Wilhelm Tell, que é como quem diz: Guilherme Tell. Agora choquem-se, como eu me choquei: diz-se por aí que o Guilherme Tell é um personagem criado por um autor alemão. Juro que é verdade! Mas por favor... não digam isso aos suíços... ou eles têm uma coisa má! :D O filho do Guilherme Tell com a abóbora na cabeça, (eu sei, mas a exposição é de quê?!?!) vai aparecer noutra foto, noutro contexto. É que eu distraí-me e acabei por não fotografar o boneco de frente... :s
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Abóboras,
Coisas giras,
Deutschkurs,
Schweiz
der Kürbis
Já para aqui tinha dito que por terras helvéticas se faz arte com tudo e mais alguma coisa. E, durante as últimas semanas, uma quinta resolveu apresentar arte com abóboras (Kürbis). Não sei se fazem todos os anos, não sei se cada ano é um tema. Mas as esculturas eram temáticas. Se bem que um tema... tenho que o aprofundar: a Suíça.
Começando do começo:
A vaca que dá leite para fazer queijo suíço (Schweizer Käse).
A frente (é mesmo só a frente) da casa do avô da Heidi, com os dois, o Pedro e as cabrinhas a completarem o quadro.
O Matterhorn.
Os castores, ou algo muito semelhante, que também existe por cá.





Começando do começo:
A vaca que dá leite para fazer queijo suíço (Schweizer Käse).
A frente (é mesmo só a frente) da casa do avô da Heidi, com os dois, o Pedro e as cabrinhas a completarem o quadro.
O Matterhorn.
Os castores, ou algo muito semelhante, que também existe por cá.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Semana 43
Ich will keinen Autor mehr lesen, dem man anmerkt, er wollte ein Buch machen; sondern nur jene, deren Gedanken unversehens ein Buch werden.
Eu não quero ler mais nenhum autor no qual nós notamos que ele queria fazer um livro; mas sim aquele cujos pensamentos inseperadamente se tornam livro.
Friedrich Nietzsche
Eu não quero ler mais nenhum autor no qual nós notamos que ele queria fazer um livro; mas sim aquele cujos pensamentos inseperadamente se tornam livro.
Friedrich Nietzsche
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Coisas giras,
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Que Mundo?!?!
Ontem foi um ditador que foi deitado abaixo de uma forma arrepiante. Sendo que a repetição das imagens é ainda mais arrepiante.
São grandes que enchem os bolsos com o dinheiro dos pequenos.
São pessoas saudáveis que se aproveitam de deficientes para extorquir os subsídios e/ou os usar como escravos.
E agora a conservadora China...
São grandes que enchem os bolsos com o dinheiro dos pequenos.
São pessoas saudáveis que se aproveitam de deficientes para extorquir os subsídios e/ou os usar como escravos.
E agora a conservadora China...
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o que foi isto?,
Oh brave new world...,
What the F***??
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Está a chovAr
Já tiveram a experiência de cortar um dedo entre a unha e a carne? Pois... era essa dor que eu sentia enquanto ia do trabalho para a paragem do autocarro. Eu sei que estamos no Outono, mas não sabia que ia estar tanto frio hoje. E como estava a chover, a mão que segurava o chapéu estava desprotegida e... ui... (amanhã tenho que levar luvas, pois não quero ficar doente como o M.).
Mas uns minutos mais tarde percebi tudo... estava tanto frio que a chuva começou a engrossar e eu, já dentro do autocarro, vi os primeiros flocos de neve deste Outono. Cá em baixo, na cidade, só chovia e duvido que amanhã, lá em cima, na estufa, esteja tudo branco, mas eu fiquei tão feliz...
Sempre achei neve uma coisa chata, monótona, sem alegria. Mas desta vez... parecia os putos. Se estivesse acompanhada por alguém que conhecesse... acho que me iria pôr a soltar gritinhos histéricos... :D
Agora vou dormir, porque, apesar de trabalhar menos, nesta altura é quando me sinto mais cansada por causa do frio...
Mas uns minutos mais tarde percebi tudo... estava tanto frio que a chuva começou a engrossar e eu, já dentro do autocarro, vi os primeiros flocos de neve deste Outono. Cá em baixo, na cidade, só chovia e duvido que amanhã, lá em cima, na estufa, esteja tudo branco, mas eu fiquei tão feliz...
Sempre achei neve uma coisa chata, monótona, sem alegria. Mas desta vez... parecia os putos. Se estivesse acompanhada por alguém que conhecesse... acho que me iria pôr a soltar gritinhos histéricos... :D
Agora vou dormir, porque, apesar de trabalhar menos, nesta altura é quando me sinto mais cansada por causa do frio...
terça-feira, 18 de outubro de 2011
O vestido azul
Há para aí dois anos recebi um email que contava a história engraçada que pode ser aplicada a uma resposta que vou dar à Teresa.
Resumidamente:
A menina era pobre, filha de pais meio ignorantes e desleixados.
Mas o professor gostava dela e um dia ofereceu-lhe um vestido azul.
A mãe achou que a menina devia estar lavada para vestir tal preciosidade.
Depois os pais acharam que também tinham que estar limpos para estarem junto da filha.
Depois acharam que a casa e o jardim também deviam estar em ordem.
A seguir veio o vizinho do lado que achou que o seu jardim e casa deviam estar semelhantes aos dos pais da menina.
E, numa onda, a coisa alastrou à rua, ao bairro, à cidade e ficou tudo limpo e a brilhar.
O que não acontece com a maioria dos portugueses!!
É igual! Não adianta se fores a única! Mas o quê?!?! Não se costuma dizer que o caminho faz-se caminhando, mas que é preciso sempre um primeiro passo?!?! Se me ponho à espera que chova... nunca mais é sábado!!
Por isso é que eu me irrito com os tugas que dizem: eles limpam! não adianta reclamar, porque não faz efeito! e por aí fora.
O eles limpam é uma porra, porque se eles não tiverem tanto para limpar podem fazer outras coisas ou pelo menos limpar ainda melhor... e o reclamar não adianta?!?! Para mim sim, pelo menos não fico empachada com a raiva que certas situações me despertam.
E para quem não me conhece: sempre fui assim, não foi depois que vim morar para a Suíça. Faço esta nota porque muitas vezes oiço, de quem me conhece há muito, vens da Suíça e já pensas que és gente! Não é uma questão de ser gente, mas de ser minimamente civilizada e não fazer aos outros o que nós não perdoamos que nos façam a nós.
Até posso dar um exemplo que se relaciona directamente com o comentário da Teresa. Morava numa zona dita de pedigree. Ali para o Bairro de São Miguel era só tias com jóias enormes e cães minúsculos. A rua era um nojo! Caminhar ali era como se fosse uma jincana. E o cheiro... casa-de-banho de festival de Verão!! Um dia passei por uma velha e chamei-lhe porca. Ela limpou o rabinho do bichinho com uma folha de árvore e deixou tudo no meio da caminho. Quê?!? Ela queria que eu ficasse indiferente?!?! Naaaaaaa!!!!!!!!
Resumidamente:
A menina era pobre, filha de pais meio ignorantes e desleixados.
Mas o professor gostava dela e um dia ofereceu-lhe um vestido azul.
A mãe achou que a menina devia estar lavada para vestir tal preciosidade.
Depois os pais acharam que também tinham que estar limpos para estarem junto da filha.
Depois acharam que a casa e o jardim também deviam estar em ordem.
A seguir veio o vizinho do lado que achou que o seu jardim e casa deviam estar semelhantes aos dos pais da menina.
E, numa onda, a coisa alastrou à rua, ao bairro, à cidade e ficou tudo limpo e a brilhar.
O que não acontece com a maioria dos portugueses!!
É igual! Não adianta se fores a única! Mas o quê?!?! Não se costuma dizer que o caminho faz-se caminhando, mas que é preciso sempre um primeiro passo?!?! Se me ponho à espera que chova... nunca mais é sábado!!
Por isso é que eu me irrito com os tugas que dizem: eles limpam! não adianta reclamar, porque não faz efeito! e por aí fora.
O eles limpam é uma porra, porque se eles não tiverem tanto para limpar podem fazer outras coisas ou pelo menos limpar ainda melhor... e o reclamar não adianta?!?! Para mim sim, pelo menos não fico empachada com a raiva que certas situações me despertam.
E para quem não me conhece: sempre fui assim, não foi depois que vim morar para a Suíça. Faço esta nota porque muitas vezes oiço, de quem me conhece há muito, vens da Suíça e já pensas que és gente! Não é uma questão de ser gente, mas de ser minimamente civilizada e não fazer aos outros o que nós não perdoamos que nos façam a nós.
Até posso dar um exemplo que se relaciona directamente com o comentário da Teresa. Morava numa zona dita de pedigree. Ali para o Bairro de São Miguel era só tias com jóias enormes e cães minúsculos. A rua era um nojo! Caminhar ali era como se fosse uma jincana. E o cheiro... casa-de-banho de festival de Verão!! Um dia passei por uma velha e chamei-lhe porca. Ela limpou o rabinho do bichinho com uma folha de árvore e deixou tudo no meio da caminho. Quê?!? Ela queria que eu ficasse indiferente?!?! Naaaaaaa!!!!!!!!
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Oh brave new world...,
Tugal,
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Penso positivo...
Estava a ouvir esta música enquanto trabalhava e perguntava-me quem seria o autor. Quando a radialista o disse, fiquei simplesmente parva. O nome deste senhor estará sempre associado ao umbigo do mundo e a ritmos mais mexidos, mas que esta é linda... lá isso é!
Jovanotti, tutto l'amore che ho
Jovanotti, tutto l'amore che ho
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Sprechen
Apesar de eu me dar bem com o M., não posso dizer que é a pessoa com quem mais falo. Normalmente só fazemos a pausa da tarde (10 minutos) juntos. Uma vezes falamos o tempo todo, outra vezes só perguntamos um ao outro se há ainda muito trabalho nas respectivas secções (ele na produção e eu na expedição), outras vezes não dizemos palavra, sentamo-nos lado a lado e apreciamos aqueles minutos de descanso.
Hoje ele não foi trabalhar e senti uma falta dele. Há já muito tempo que não sentia falta de uma pessoa deste modo. É tão bom!
Desta vez não traduzo o título. Mas acho que se percebe bastante bem!
Talk, Coldplay
Hoje ele não foi trabalhar e senti uma falta dele. Há já muito tempo que não sentia falta de uma pessoa deste modo. É tão bom!
Desta vez não traduzo o título. Mas acho que se percebe bastante bem!
Talk, Coldplay
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Calor do Inverno,
Coisas giras,
Efeito estufa,
M.,
Sons
domingo, 16 de outubro de 2011
Já estou como o Caco Antibes
Hoje fui com a minha mãe comer castanhas. Estava um frio bom que convidava a aquecer as mãos no pacote de Marroni que são heisse (quentes e boas, em tradução muuuuito livre), mas são assadas em electriqueiros (se os de fogo são fogareiros, os eléctricos são o quê?!?).
Demos uma volta pela cidade meia deserta, por causa das férias de Outono, e as castanhas já as comemos no autocarro para casa. Pareceu-me que a minha mãe estava a deixar cair pedacinhos de castanha para o chão e adeverti-a para tal facto. É extremamente chato sujar a roupa e o autocarro. Afinal era eu que ia meia pitosga e já via o que não acontecia.
Mas ao lado de nós seguia um iluminado vindo de terras lusas (ele ainda não tinha aberto a boca e eu já sabia que ele era tuga, não sei como, mas essas coisas notam-se!) que resolveu abrir a boca e dar o ar de sua graça: eles limpam!
Eu virei-me para o homem e disse-lhe simplesmente: esse é um pensamento muito português e extremamente parvo.
Mas porquê?!? Por que raio será que os tugas têm o dom de ser tão broncos?!? Já há uns dois anos me aconteceu ouvir o mesmo em Portugal: eu atiro as cascas dos pistachios para o chão, porque os funcionários da câmara têm que trabalhar. Não percebi a lógica da batata, mas garanto que ainda me faz mais confusão o facto de haver gente a dizer isto por estas bandas. Eles sabem que sujar propriedade pública é sancionado, legal e moralmente... então por que é que dizem: eles limpam?!?! Será que gostam de viver no esterco?!? Acidentes acontecem, mas fora isso... eu cá não gosto de porcaria!
Sinceramente, tenho horror a pobre... de espírito!
Demos uma volta pela cidade meia deserta, por causa das férias de Outono, e as castanhas já as comemos no autocarro para casa. Pareceu-me que a minha mãe estava a deixar cair pedacinhos de castanha para o chão e adeverti-a para tal facto. É extremamente chato sujar a roupa e o autocarro. Afinal era eu que ia meia pitosga e já via o que não acontecia.
Mas ao lado de nós seguia um iluminado vindo de terras lusas (ele ainda não tinha aberto a boca e eu já sabia que ele era tuga, não sei como, mas essas coisas notam-se!) que resolveu abrir a boca e dar o ar de sua graça: eles limpam!
Eu virei-me para o homem e disse-lhe simplesmente: esse é um pensamento muito português e extremamente parvo.
Mas porquê?!? Por que raio será que os tugas têm o dom de ser tão broncos?!? Já há uns dois anos me aconteceu ouvir o mesmo em Portugal: eu atiro as cascas dos pistachios para o chão, porque os funcionários da câmara têm que trabalhar. Não percebi a lógica da batata, mas garanto que ainda me faz mais confusão o facto de haver gente a dizer isto por estas bandas. Eles sabem que sujar propriedade pública é sancionado, legal e moralmente... então por que é que dizem: eles limpam?!?! Será que gostam de viver no esterco?!? Acidentes acontecem, mas fora isso... eu cá não gosto de porcaria!
Sinceramente, tenho horror a pobre... de espírito!
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:s,
LOL,
Oh brave new world...,
Tugal,
What the F***??
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Semana 41
Allein die Bücher gewähren eine Befriedigung, die bis ins tiefste Innere reicht, sie sprechen zu uns, sie raten uns, sie begleiten uns in einer harmonischen und lebendigen Vertrautheit.
Os livros sozinhos concedem uma satifação que toca nos mais profundo de nós. Eles falam connosco, aconselham-nos, eles acompanham-nos numa harmoniosa e vívida intimidade.
Francesco Petrarca
Os livros sozinhos concedem uma satifação que toca nos mais profundo de nós. Eles falam connosco, aconselham-nos, eles acompanham-nos numa harmoniosa e vívida intimidade.
Francesco Petrarca
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